Quarta-feira, 6 de Agosto de 2008
Abílio Silva, Manuel Alves e Artur Alvarães: 3 almas do reino de Deus

Abílio Silva, Manuel Alves e Artur Alvarães: 3 almas do reino de Deus

 

O que há de comum entre estas 3 ovelhas do rebanho cristão? À primeira vista poderá até não haver muito, e o barqueiro até admite que sejam personalidades bastante diferentes. Mas há algo que os une: a fé católica apostólica romana. Algo que só quem sente sebe compreender, e que o barqueiro respeita, até porque vivemos num estado de liberdade religiosa. Quem não está a respeitar os crentes católicos, crentes de outras confissões ou não crentes são estas 3 almas evangelizadoras.

Comecemos por Abílio Silva, o presidente de Junta de Vila Nova de Muía. Sobre as crenças deste político pouco sabemos, e aquilo que sabemos por outras “bocas”, dando-se o benefício da dúvida e pedindo-se as desculpas se nada disto for verdade. Verdade é que o catequista da mesma freguesia, Manuel Alves, veio agradecer publicamente o apoio do presidente às actividades e passeios realizados pelos jovens crentes praticantes da freguesia. Até aqui nada de mais. Algo a mais foi a forma como se processou essa aliança, segundo o catequista. Leu-se nos jornais “Com Abílio Silva na presidência, Vila Nova de Muía terá a garantia de uma freguesia moderna, progressista e cada vez mais cristã.” Que Abílio Silva seja muito bom presidente de junta e que pessoalmente seja muito bom cristão, isso até poderá ser verdade, não estando aqui em análise. O que mais uma vez aqui se passa é a mistura de Igreja com política, que já estamos habituados a ver em inaugurações e Bênçãos de Carrinhas. Tudo isto se torna reprovável num estado laico como o de Portugal após o 25 de Abril. Sendo assim, Manuel Alves, não pessoalmente, mas na posição de catequista, representando a Igreja Católica, veio afirmar publicamente uma posição política, e o papel dessa mesma política na promoção dessa fé católica. Poder político e Igreja Católica sempre tiveram uma relação recíproca de apoio oficial… antes do 25 de Abril de ’74. Num país de liberdade religiosa, laico, vai sendo tempo de acabar com estes jogos. Que pessoalmente se seja crente é uma coisa. Questões de fé quando envergando outros papéis é outra coisa.

 

 

Falta de respeito pelas crenças no plano pessoal é algo ainda mais grave, e de quem Artur Alvarães é símbolo. Nas últimas edições do “Notícias da Barca” esse seu fanatismo católico tem colidido com as liberdades individuais dos outros. Chama “intelectuais da treta” a quem se “armar em sabichões” por pôr em causa as questões católicas, como a Ressurreição. “Racionalismo barato, esse, mesmo de carregar pela boca!”, é o que ele tem dito. Raspa o fascismo salazarista ao dizer “Valha-nos esta fé do povo da enxada e da côdea…”. A troca da paz em Portugal e da tal “côdea” pela ignorância profunda já lá vai!

Num dos seus últimos artigos caracteriza o agnóstico como aquele que indo a um exame apanha um chumbo, e justifica-se dizendo: “Em vez de meter no bolso a “ferradura de cavalo, meti a que tinha mais à mão, que era a de burro!”. Conclui escrevendo “Ad Nauseam!”. E o barqueiro conclui dizendo: náuseas foi o ele sentiu quando leu o artigo.

 

 


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Domingo, 20 de Janeiro de 2008
2008 trará mais do mesmo?

2008 trará mais do mesmo?


Esta passagem de ano foi vivida com as expectativas de todas as outras: a esperança de um ano novo melhor que o anterior. Em termos políticos poder-se-á dizer que poderá ser o ano da mudança em Ponte da Barca. Isto é, se tudo o que está previsto no Plano de Desenvolvimento Estratégico e no orçamento para este novo ano se fizer cumprir. Apesar de todas estas expectativas poderem andar pelas cabeças dos barquenses que estão à espera para ver, existirão aqueles que nem saberão sequer destes planos, aqueles que pensam que tudo isto não passarão de promessas, ou seja, uma maneira dos políticos dizerem aquilo que não vão fazer dizendo que vão fazer, e existe ainda um grupo que em vez de fazer o balanço de 2007 fizeram já o balanço de 2008, dando já como concretizados todos estes planos.

Não seguindo a onda destes defensores exagerados do actual executivo, que dão como já concretizados os projectos previstos, o barqueiro também não segue a onda de começar já a dizer que vamos ter mais do mesmo este ano, apesar de o medo pairar. Faz antes a pergunta: 2008 trará mais do mesmo? Tenhamos a esperança que não.

Tenhamos a esperança de que a Câmara Municipal consiga realizar todos os projectos a que se propôs para este 2008, e que consiga atravessar este ano de forma bem sucedida, como o povo de Touvedo S. Lourenço fez ao reviver a tradição da passagem do rio e ao chegar de forma bem sucedida à outra margem do rio Lima.

 


 

Tenhamos a esperança que o fardo das promessas feitas por Vassalo Abreu para 2008 não lhe pese tanto quanto pesam as “medalhas” e o “metal precioso” ostentados ao pescoço pelo Arcebispo Primaz de Braga D. Jorge Ortiga, nas cerimónias de inauguração da biblioteca do centenário do nascimento do Cónego Avelino de Jesus Costa.


 

Tenhamos esperança que a vida pública barquense não se conduza pelas águas da monotonia e estagnação, tal como tem feito Artur Alvarães da “Tribuna Livre” do “Notícias da Barca” ao dar semanas a fio a “habitual pincelada”, como ele próprio designa, desde que foi aprovada a nova Lei do aborto, durante todo este ano de 2007.


 

 

Esperemos que a Câmara Municipal fomente o turismo, como uma das maiores potencialidades de Ponte da Barca, e que não se metam mais “poios” nos postais turísticos de Ponte da Barca, como aquele que, irremediavelmente foi começado a ser “cagado” em 2007.   

 


 

 

 


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Sábado, 14 de Abril de 2007
Barquenses ainda arrotam ao folar

Barquenses ainda arrotam ao folar

No rescaldo de mais uma Páscoa do nosso concelho, há que fazer o destaque à representação da peça de teatro Mui Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo", representada pela associação cultural e desportiva "Os Canários" de Bravães. Segundo "O Povo da Barca" este evento contou com a participação de cerca de 40 actores e 60 figurantes. Desta forma as gentes da freguesia de Bravães deram sequência às representações que têm feito já há algumas Páscoas consecutivas. Tratou-se de um evento de interesse turístico em que se representou a condenação e crucificação de Jesus Cristo segundo a cultura cristã. Tratou-se assim de um acto de demonstração de cultura religiosa, tão representativa e significativa na cultura regional e nacional. Mas atenção! Esta peça deverá ser vista como apenas como uma manifestação de cultura religiosa, e não como um acto de evangelização à vista de muitos fanáticos religiosos que ainda persistem por estas paragens (como aliás já foi referido noutro artigo). Resta desde já dar os parabéns aos actores e outros participantes neste acto cultural, assim como a Jaime Ferreri , que apesar de receber também ele críticas deste blog pelas suas convicções e passado algo pró-Salazar, como encenador tem desempenhado um bom trabalho ao proporcionar este evento, que cada vez mais se torna também um atractivo turístico. Prova disso foram as 2 actuações que este ano tiveram lugar em Ponte da Barca, a 31 de Março, e em Ponte de Lima, a 5 de Abril.

 

 

 

Mas como muitos já estarão a estranhar os elogios, que apesar de tudo também se dão neste blog, eis que cenas algo caricatas aconteceram também nesta Páscoa, para além dos comentários tecidos no anterior post sobre a Páscoa em http :/ nadasobreabarca.blogs.sapo.pt 6815.html " http :/ nadasobreabarca.blogs.sapo.pt 6815.html . Como o objectivo do barqueiro é tentar guiar por águas do Lima a Barca a um melhor futuro através da "má-língua", não podem passar despercebidos os comentários nos jornais regionais de Artur Alvarães, António Luís Fernandes e António Sousa.

Relativamente ao primeiro nome já tudo foi dito sobre ele: beato em convicções.

Relativamente aos "Tones", o Fernandes e o Sousa, algo de estranho lhes terá acontecido nesta quadra festiva. O Fernandes, como já nos habituou, brindou-nos com mais um farto repasto de "pão e vinho". No "O Povo da Barca" escreveu, na edição de 6 de Abril, que "Mais do que um milagre... A Ressurreição é um Mistério". E é neste título que começa o fenómeno estranho de uma mente tão crente. Pois é neste título que reside a verdade da ressurreição segundo recentes teorias e evidências científicas. A ressurreição é de facto um mistério, que vai sendo desvendado a cada passo que se dá neste mundo cada vez mais desligado das raízes, medos e lembranças da Inquisição. Tudo isto está a deixar por terra a teoria do milagre, de facto. Mais à frente no seu artigo, é dito que "Três loucuras cometeu Deus: nascer numa gruta entre animais; deixar-se espatifar numa cruz; perder-se no silêncio dos sacrários". Ora salta logo á vista que algo está a bater errado. Primeiro é fantástico como este habitual beato se dirije a Deus, como tendo cometido loucuras. Mas algo muito mais grave é dizer que Deus nasceu numa gruta entre animais e se espatifou numa cruz, para além de rezar a si próprio. Como é que Deus se entitula o Criador se nasce afinal numa gruta entre animais que deveria ter sido ele a criar? Como é que Deus se espatifa numa cruz se se é uma entidade omnipresente? Não se deixem iludir, mesmo que sejam crentes! Deus é um coisa, e Jesus, a quem ele deveria atribuir tais loucuras, é outra coisa distinta! Jesus é um ser humano que existiu verdadeiramente como qualquer pessoa, e esse sim terá nascido, e que os crentes cristãos acreditam ser enviado de Deus à terra "para nos salvar". Deus será o Criador, uma entidade omnipresente e abstracta, que tudo terá criado e que terá sido venerado pela primeira vez pelos hebraicos, com o nome de Jeová, milhares de anos antes de Cristo. Como vêm, mesmo que sendo crentes, não há motivo para se cegarem com confusões muitas vezes criadas com o propósito de dar a conhecer apenas o necessário para se ter fé, e não o demasiado para por em causa a própria fé.

 

 

Mas como não há Páscoa sem coelhinho, lá está o outro "Tone", o Sousa, para distribuir os ovos. Foi no "Notícias da Barca" de 7 de Abril que ocorreu o milagre: António Sousa adquire um discurso para todos generoso, distribuindo a todos ovos de Páscoa, ao contrário do que é habitual. Entre outros distribuiu ovos a José Sócrates, Vassalo Abreu, Ministra da Educação, Eng. Pontes, Mário Soares e Rosa Arezes. Estarão estes ovos envenenados, especialmente no que diz respeito aos membros do Governo? Saberemos se esta súbita simpatia se deve à fartura de ovos que ele terá recebido nesta Páscoa e que decidiu distribuir aos políticos por já não querer mais. Porém alguns sinais ainda restaram da eventual antiga postura: as referências a "decisões importantes para bem da nossa Pátria, (...) bem do nosso povo" e "Temos de ser fortes na tristeza e no trabalho". Perceberão a lógica? Também não vai haver explicações. Fiquemos pelo campo da especulação, e esperemos que esta brusca mudança seja de facto verdadeira, e que seja para ficar, pois todos, os leitores e o próprio, sairão a beneficiar.

 

 

 Já agora, fiquem com uma sugestão para este fim de semana, para crentes e não crentes. É no Domingo, dia 15 de Abril, na SIC, que ao fim do jornal da noite irá para o ar um documentário chamado "O Código de Cristo, o Túmulo Perdido". Muito Bom!!

 


sinto-me: Diabo em pessoa

talhado por o barqueiro às 08:12
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Sábado, 7 de Abril de 2007
Páscoa à barquense

Páscoa à barquense

Alegrem a entrada na época de Páscoa, barquenses, e vejam com "olhos de ver" a seguinte BD:

           

Se conhecem o sujeito caricaturizado nesta BD, que nos conta a verdadeira história de Jesus (qual Dan Brown!), estarão concerteza a questionar-se: "Será que o homem disse mesmo isto?!" Como é óbvio, claro que não. Se estiveram atentos isto é apenas uma caricatura, e se conhecerem as convicções e interesses deste personagem da nossa imprensa regional concluirão apenas uma coisa: "Apetece-me rir!!!". Esta BD pretende apenas permitir que as pessoas e o próprio caricaturizado imaginem como ele seria se realmente fosse padre, profissão para a qual tem bastante vocação (se tem alguma formação no ramo eclesiástico o barqueiro pede desculpa pela falta de conhecimento), e para além de ser padre tivesse convicções completamente contrárias às realmente suas. Seria engraçado haver um padre como este: apesar de pregar na Igreja, ter uma visão bastante prática daquilo que eles dizem em sermões semanais e metáforas na Bíblia, ou seja, não ter mente religiosa e acima de tudo ser sincero.

Por outro lado, se não o conhecem, vão semanalmente à 2ª página do Notícias da Barca. Nela se escreve "Razões para crer". Não é que ninguém possa ter as suas razões para crer e ter fé católica. É que este escritor tem, na opinião do barqueiro, uma visão excessivamente religiosa das coisas, ao ponto de (imagine-se!) ainda andar preocupado com a questão do aborto aprovada pela maioria dos portugueses no referendo de Fevereiro passado. Ele consegue ir buscar às metáforas bíblicas a razão da vida, do mundo e de tudo o que se deve fazer e não fazer.

Sobre este assunto só há mais um conselho a dar a este senhor "padre": continue a escrever e a tentar evangelizar, pois é livre disso, mas não faz sentido continuar amarrado a correntes religiosas tão fortes, pois actualmente já nada dizem à maioria das pessoas concientes da realidade em que se vive. Quer provas? Então fique com estas 3 simples razões:

1. A Igreja tem que começar a conciliar-se com o conhecimento científico, coisa que nunca conseguiu. Galileu Galilei, um dos maiores cientistas de sempre, teve mais sorte que muitos intelectuais ao escapar por pouco da fogueira da Inquisição, por ter sido um dos primeiros a conceber o Sistema Solar com o sol no centro e os planetas, como a Terra, a orbitar em torno dele. Foi obrigado a negar tudo o que tinha divulgado sobre isso. Tendo este astrónomo morrido no ano 1642, só  341 anos após a sua morte, em 1983, a Igreja, revendo o processo, decidiu pela sua absolvição e aceitação do modelo actual de Sistema Solar.

2. Uma das piores calamidades de saúde da História Mundial é o vírus do HIV, e a Igreja continua a rejeitar o preservativo vá-se lá saber porquê (inclusivé poderia dar muito jeito aos senhores e senhoras da Igreja...se calhar até dá). Resta saber se no futuro a Igreja também vai rejeitar as terapias para doenças actualmente sem cura desenvolvidas através da manipulação de células embrionárias.

3. Os portugueses estão finalmente a dar sinais de melhora da sua mentalidade, libertando-se das amarras da Igreja tradicionalista, como provou o resultado do último referendo. Será também o teu caso, barquense?

Relativamente à Páscoa propriamente dita, que é para isso que foi escrito este artigo, há que dizer que também não é o que era. Os barquenses estão cada vez mais a "fechar as portas à cruz", talvez entendendo que se Jesus resuscitou "não é desculpa para virem para dentro de minha casa encher a pança". A nível nacional vê-se que as pessoas já querem é Algarve, ainda que muito cedo no ano.

Apesar destes cortes com o tradicionalismo, o Santuário de Fátima ainda lucra e muito com barquenses como os das freguesias de Lavradas e Bravães, e com senhores como o coordenador Manuel Cerqueira Soares. Não sabe do que se está falando, certamente. Também foi um facto que não se deve dar importância pelo provincianismo demonstrado. Foi apenas um conjunto de pessoas que resolveram levar os seus oratórios para se reunirem com outros exemplares desta espécie a nível nacional. Estes animais de estimação ou mascotes (corrijam se o barqueiro estivar errado quando se refere aos oratórios como uma espécie animal, mas foi o que conseguiu inferir a partir da publicação de 24 de Março do Notícias da Barca) ao que parece são uma subespécie que se diz "de Nossa Senhora".

Como o mundo vai exigindo cada vez mais da parte de todas as religiões para que consigam manter os seus fiéis numa actualidade em constante mudança, ultimamente está-se a assistir a um conjunto de novas medidas nas paróquias locais, que é o pagar missas por alguém já morto, mas de quem se deseja tudo de bom, para além de estar morto. Esta inovação da gestão dos "bolsos" dos padres é fazerem-se missas por muitos defuntos ao mesmo tempo, com um limite de pessoas por missa que não exceda a capacidade de memória do disco rígido da base de dados computorizada a que os padres barquenses começam agora a aderir. Senhores padres, digam lá se a inovação científica e tecnológica que vocês trataram de travar através da queima na fogueira de cientistas e pensadores durante séculos não vos está a dar jeito!

Prova recente de toda esta rendição da Igreja à inovação dos tempos são carros como este que vos é apresentado.

Pois! É jeitoso, não é?! Mas olhem que carros destes não são comprados pelos senhores da Igreja em segunda mão! São modelos novos, a sair do stand, e baratos também não são! Não se ceguem! Mas quando é o vizinho a ter "bombas" destas diz-se "já viste o maquinão que o vizinho tem? Àqueles nasce-lhes dinheiro como (piii.....). Agora como vamos fazer para ter um carro melhor do que o dele?". Continuem a deixar o vosso dinheiro nas caixas de esmolas e a pagar os vossos "direitos", que os padres agradecem, não para a ajuda social e comunitária que tanto apregoam, mas para a beneficiência do seu próprio conforto. Fiquem com mais um animado vídeo, que demonstra como os novos padres terão que modernizar os sistemas de som dos seus carros e a adquirirem o visual indicado para contrariarem a tendência da diminuição de fiéis da Igreja.

 

 

Polémicas e defeitos da sociedade barquense à parte, fiquem com o seguinte destaque da imprensa regional, que mereceria ser mais amplamente difundido e organizado.

 

Esta peça teve lugar nas 2 últimas semanas nas vilas indicadas. O título é "A Mui dolorosa paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo".Tem lugar todos os anos por esta altura, e é representada por pessoas da Associação Cultural "Os Canários" de Bravães. Mas atenção! Não pensem que o barqueiro está a voltar atrás no discurso. Esta é uma peça que visa representar apenas a tradição cristã, e que por isso tem interesse turístico. Não deve ser vista por fanáticos de religião, pois não tenciona ser um instrumento de evangelização! Parabéns aos intervenientes por manterem esta peça em exibição todos os anos. (Está a ver, encenador Jaime Ferreri, afinal não é só para críticas que este blog serve!).   


sinto-me: Comam mais/beijem menos cruzes

talhado por o barqueiro às 00:24
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