Domingo, 16 de Dezembro de 2007
O regresso de "mestre" Cabral
O regresso de "mestre" Cabral

Depois de dois anos afastado das “lides políticas”, Cabral de Oliveira, o antigo e mítico presidente de Câmara Municipal está de regresso! Apesar de estar de regresso “à competição” após longa paragem (qual Mantorras!), adivinhava-se uma entrada na opinião pública barquense de forma ainda muito verdinha… Para além de poder ter perdido “ritmo competitivo”, era muito mais fácil trabalhar nos tempos de apogeu de “El Mestre” João Esteves. Puras falsidades! Entrada na “competição” política com toda a garra, diga-se até, em plena forma. Jogando todo “ao ataque”, faz-nos esquecer facilmente os aspectos “defensivos”, que, conhecendo-se o seu passado, serão muito frágeis se forem postos à prova. Apesar dos pergaminhos dizerem que a mistura entre futebol e política ser sempre explosiva, a melhor equipa de futebol é aquela que melhor conjugação ataque/ defesa conseguir, tal como deve ser um bom político. Ora Cabral vem revelar apenas como está o seu “ataque”…

Toda esta introdução para se falar dos artigos publicados nos dois jornais regionais, intitulados “A Razão e o Dever…”.

Como complemento à leitura do artigo, este blog, agindo como Cabral “Em nome da cidadania”, faz a lista de armas “ofensivas” usadas contra o actual executivo camarário contrastando com defeitos atribuíveis aos seus mandatos:


Defeitos do poder em vigor segundo Cabral                 Defeitos passíveis de serem   Oliveira                                                                                  atribuídos  ao seu antigo executivo

“(…) comunidade barquense anestesiada e sem reacção face às opções políticas da Autarquia, preocupada com o silenciamento, com a mordaça, (…) e até chantagem de todos quantos esbocem um erguer da voz do descontentamento (…)”

Comunidade barquense anestesiada e sem reacção face às opções políticas da Autarquia, preocupada com o silenciamento, com a mordaça, e até chantagem de todos quantos esbocem um erguer da voz do descontentamento.

Acrescenta-se ainda o “culto da personalidade” através de atribuição do próprio nome a obras públicas.

“(…) ouço falar em agressividade verbal e em atropelos, protagonizados por quem deveria dar o exemplo (…)”

Ouve-se falar em agressividade verbal e em atropelos, protagonizados por quem deveria dar o exemplo.

“(…) onde param os analistas e os comentadores(…)?

Onde param os analistas e os comentadores?

“Que é feito do debate político e da defesa dos princípios e dos valores (…) do concelho?”

Que é feito do debate político e da defesa dos princípios e dos valores do concelho?

“(…) o Município gaste (…) milhares e milhares de euros com estes arranjos de ocasião que somente parecem servir os interesses de meia dúzia?”

O Município gasta milhares e milhares de euros com arranjos de ocasião que somente parecem servir os interesses de meia dúzia.

“(…) o Presidente da Assembleia Municipal elabore o projecto do novo edifício dos Paços do Concelho (…) alegadamente, de forma gratuita?”; “(…) considera eticamente correcto que o Presidente da Comissão Política do Partido que sustenta a Câmara Municipal seja nomeado Presidente da Associação Concelhia das Festas de S. Bartolomeu?”

Bem, há bastantes semelhanças entre as acusações e o que foi feito durante os seus mandatos, mas nem tanto!

Neste aspecto, não só Deus Nosso Senhor, como muitos barquenses, sabem que há coincidências interessantes nos políticos dos executivos desses tempos.

“A comunidade barquense acha normal e aceitável o que nos prometem na área da saúde?”

A comunidade barquense acha normal e aceitável o que nos prometem na área da saúde? Foi nestas épocas que se perderam serviços de saúde não mais recuperados e caímos na situação actual.

(…) esta maioria defende a criação de riqueza, de postos de trabalho e de condições favoráveis à fixação dos nossos jovens?”

Este executivo defende a criação de riqueza, de postos de trabalho e de condições favoráveis à fixação dos nossos jovens?

“(…) esta (maioria camarária), mal tomou posse , se tenha preocupado em chegar a um acordo (sobre expropriações da variante do Vade), não aguardando sequer pelas decisões dos tribunais (…)”

Um exemplo de problemas jurídicos?!

As recentes notícias do regresso da biblioteca ao seu local original, traz-nos à memória casos mediáticos e jurídicos de outrora…

“Ninguém tem nada a apontar à encenação montada à volta do Plano Estratégico, um espectáculo que já custou a todos nós milhares e milhares de euros?”

Espera… não houve projectos e planos para o concelho, com grau de “encenação” semelhante, que não nos tenham ido ao bolso?!

“(…) todos os que, (…) se mostraram tão exigentes, tenham agora, também eles, cedido à mordaça ou virado sócios do clube dos “lambe-botas” e dos invertebrados.”

Não terão existido “lambe-botas”?... Espera… também os houve… Se quiserem um nome de um dos melhores… Jammy Graçoeiro, parece que é assim que se chamava…

 



De uma coisa podemos ter a certeza: os políticos fazem-se de ingénuos mas não o são. Pode ser verificado que Cabral de Oliveira serviu-se da sua experiência na Câmara Municipal para o “ataque” político, desta vez do lado da oposição. Pelo facto de ter apostado tudo ao “ataque”, neste primeiro “jogo”, descorou-se na “defesa”, e todas as suas manobras de ataque são passíveis de poder ser usadas pelo “adversário” contra si. Enfim, um erro passível de ser explicado pela falta de “ritmo” após longa paragem nas “lides políticas”. Mas até na política nacional vemos acusações de políticos, cujas palavras poderiam ser usadas para descreverem aquilo que eles próprios andam a fazer. “São todos iguais”, já lá diz o povo.

 

No contexto que ultimamente temos vivido, o barqueiro pode desde já ir ao encontro do pensamento de alguns barquenses: os políticos começam agora, a meio do mandato da Câmara, a sair de um período de hibernação que se segue sempre às eleições. Já tivemos o “desabafo” de Miguel Pontes, o regresso de José Manuel Maia aos palanques no congresso do PSD, e agora temos o regresso de Cabral de Oliveira. Juntando isto às recentes publicações do cronista e opinador Artur Soares, obteríamos a próxima lista de candidatos da actual oposição. De fora ficam sempre as mulheres, como Olinda Barbosa, que apesar de ter uma actividade política muito mais regular e coerente como oposição com algum sentido de seriedade, acaba por ser quase que “desprezada” face a gente mais oportuna que só surge em força quando “cheira” a eleições, e por isso a “poleiro”.


sinto-me:

talhado por o barqueiro às 18:19
link do post | botar farpas (=comentar) | ver comentários (1) | favorito

Terça-feira, 21 de Agosto de 2007
Fim das aulas de Estado Novo?

Fim das aulas de Estado Novo?

Na última edição dedicada ao S. Bartolomeu do "Notícias da Barca" aparece mais uma vez o "professor" (Artur Soares) das "aulas de Estado Novo", divulgadas neste blog nos últimos tempos. Como podem ver nas "últimas barcalhoadas", já íamos na 3ª aula. Não se lembra?... Aquelas aulas em que se seguia o ritual:

"Cantem o Hino e de seguida 2 Avé - Maria, 1 Pai Nosso e para finalizar um "sinalzinho da cruz". Ha!... e virem-se para as fotografias."

           

Artur Soares colocou uma questão, nessa última edição, que poderia ir a referendo, de se perguntar aos  cidadãos portugueses se concordariam com a formação de um Governo de Salvação Nacional, um novo presidente da República interino e se desse início à Quarta República. Em tom de pessoa austera, como aparenta ser, e em tom de quem não "engole" o resultado do último referendo do aborto, ainda diz que "Se ganhasse o "NÃO", ao fim de oito anos - como o referendo ao aborto - voltava-se à carga, parando só quando o povo sentisse que a Assembleia da República já actuava "segundo a vontade da sociedade civil"(...)".

Como aqueles leitores fiéis a este blog e que detestam fascismos e ideias retrógradas já estarão fartos, poderá por-se uma questão, essa sim pertinente:

Concorda com o fim das "Aulas de Estado Novo" que têm sido dadas aos cidadãos barquenses?

 

O barqueiro, pessoalmente concorda.



talhado por o barqueiro às 08:32
link do post | botar farpas (=comentar) | favorito

Segunda-feira, 30 de Julho de 2007
3ª Aula de "Estado Novo" por Artur Soares

3ª Aula de "Estado Novo" por Artur Soares

Como este a mentalidade fascista ainda anda por aí, e como os seus apoiantes se têm revelado muito receptivos às "Aulas de Estado Novo" dadas por este blog já por duas vezes, eis mais uma aulinha, que vem provar que o tempo em que se ensinava aquilo que Salazar impunha ainda não acabou, apesar dele já ter acabado há muito. Mais uma vez a qualidade dos conteúdos é de Artur Soares, a exclusividade é do Notícias da Barca e a interactividade de ensino provinciano é do "Nada sobre a Barca". Já agora, se não estudou as primeiras aulas em http://nadasobreabarca.blogs.sapo.pt/14681.html e em http://nadasobreabarca.blogs.sapo.pt/16560.html, dê uma vista de olhos para não se acumularem muitos conteúdos.

Comecemos como sempre:

Cantem o Hino e de seguida 2 Avé - Maria, 1 Pai Nosso e para finalizar um "sinalzinho da cruz". Ha!... e virem-se para as fotografias.

         

A aula de hoje é dedicada à discussão do sistemas políticos que hoje nos governam e que já nos governaram no passado. Será que temos estado a trocar tudo durante estes anos!? Será que afinal já vivemos melhores tempos antes do 25 de Abril de 1974, e agora vivemos numa ditadura? E essa ditadura será fascista ou comunista? Eis o que trás cá o "professor" Artur Soares:

"Por mais que procure catar, para saber qual é a espinha dorsal deste Governo, (...) pouco ou nada se vislumbra."

"Será um governo de democracia musculada? De ditadura fascista ou comunista? Será um governo de inspiração monárquica?

É realmente estranha a sua actuação, uma vez que liberal não é, de certeza."

"Recordo a fome e a pobreza nacional dos anos cinquenta do século passado (...).

Atingidos os anos sessenta e até ao ano de setenta e cinco, a economia nacional já era favorável aos portugueses e, "o fascismo", fazendo aumentos de dois ou três tostões nos bens de consumo, deu-se ao luxo de distribuir o subsídio de natal, bem como dar metade das reformas dos falecidos aos cônjuges sobreviventes."

"Efectuada a revolução por meia dúzia de inocentes (em política) militares, que tinham horror ao capim e ao cantil às costas, nunca mais este país se equilibrou e, hoje, sofrem-se dificuldades de toda a ordem, a rapinice de quem nos tem governado (democraticamente?) (...)."

 

"E sentimos dúvidas em que regime político se integra este Governo Sócrates (...). Mais: se a extrema direita de então, era da sua política, tirar, porque dava?, porque deu? Se o ideal do "socialismo em democracia", é distribuir/ dar, porque não dá e para estupefacção dos que têm os miolos no sítio, tira, o que por Lei não lhes pertence tirar!"

"De maneira que, se os nossos políticos têm sido banais, também é verdade que todos têm sido mentirosos, porque talvez "nasceram" fracos de entre o seu "fraco povo"."


sinto-me: regredindo no tempo...

talhado por o barqueiro às 02:26
link do post | botar farpas (=comentar) | favorito

Sábado, 16 de Junho de 2007
2ª Aula de "Estado Novo" por Artur Soares

2ª Aula de "Estado Novo" por Artur Soares

Depois do sucesso que foi a primeira aula de "Estado Novo" (parece que aqueles para quem Salazar fazia falta estão satisfeitos), o barqueiro decidiu por neste blog mais uma destas aulas, para satisfazer aqueles que têm saudades, e para mostrar aos outros que ainda existem pessoas que gostam de tais aulinhas. Mais uma vez a qualidade dos conteúdos é de Artur Soares, a exclusividade é do Notícias da Barca e a aula interactividade de ensino provinciano é do "Nada sobre a Barca". Já agora, se não estudou a primeira aula em http://nadasobreabarca.blogs.sapo.pt/14681.html, dê primeiro uma vista de olhos. É que se não sabe o que já ficou para trás começa a ser muita matéria e depois perde-se.

Comecemos como da última vez.

Cantem o Hino e de seguida 2 Avé - Maria, 1 Pai Nosso e para finalizar um "sinalzinho da cruz". Ha!... e virem-se para as fotografias.

           

A aula de hoje é dedicada ao respeitinho, à disciplina e falta de valores. E às intoxicações. Fiquem então com o sermão da calamidade actual da nossa sociedade por Artur Soares:

"O homem de hoje, parece despido daquilo que é minimamente normal possuir: personalidade, carácter, seriedade, rectas intenções, disciplina. O homem de hoje, vive permanentemente intoxicado, canceroso."

"Esta gente, mais asnos do que gente, por vezes até se convencem que possuem Deus ou, pelo menos, pensam tê-lo."

"E estes lideres da vida social e política, ao viverem intoxicados pela defesa do seu umbigo e das suas camarilhas, esquecem que Deus nem pelas suas portas passa quando morrerem, vão sós."

"Salazar, não era bom homem, mas foi sério consigo próprio e, dentro das suas perspectivas sociais, económicas e políticas, não mentia politicamente em seu favor e, como maior defeito, distribuiu benesses aos pais e avós dos políticos que hoje nos têm governado."

"Que primeiros ministros tivemos nestes últimos anos, dignos de realce, a governarem este país - este Titanic em viagem - bem como presidentes de república? Qualquer um deles, no tempo do ditador Salazar, nem para chefes de repartição serviam, como há tempos o afirmei."

"Pense Sócrates, que em breve poderá ficar só entre os homens e ignoto a si mesmo. E se nada disto lhe acontecer, devido à falta de um vigilante e bom presidente da república, de dirigentes sindicais sérios e válidos e de republicanos radicais ou de maçons golpistas, pelo povo será golpeado nas urnas e colocado onde tem direito - o ostracismo. E é pena, pois será sinal que Portugal, para efeitos de vestuário e alimentação, pode pedir asilo ao país vizinho.

Perante tal repasto de pedagogia à moda antiga este professor chega à conclusão lógica e simples: SALAZAR AO PODER! Se está com pressa de andar com falta de "vestuário e alimentação", então já sabe, junte-se também aos "docentes de Estado Novo" da "nova" geração. E já sabe quais são os pilares da doutrina: Pátria, Família, Religião, Fome, Futebol, "Ecos do Nosso Mundo" no "Notícias da Barca" e blog http://bicadasmeuaparo.blogs.sapo.pt.


sinto-me: regredindo no tempo...

talhado por o barqueiro às 00:48
link do post | botar farpas (=comentar) | favorito

Sábado, 2 de Junho de 2007
Aula de "Estado Novo" por Artur Soares

Aula de "Estado Novo" por Artur Soares

Já há algum tempo que Artur Soares vinha escrevendo os seus artigos na sua rubrica "Ecos do Nosso Mundo", mas foi desta última, na edição de 26 de Maio do "Notícias da Barca" que mostrou toda a sua vocação. O artigo intitulava-se "Vestuário e Amplas Liberdades". Já por si o título é muito sugestivo, e a sua rubrica, "Ecos do Nosso Mundo" cabe-lhe que nem uma luva. De facto, apesar da  ditadura política ter acabado há uns anitos, ela ainda ecoa no nosso mundo barquense, estendendo-se a todo o Portugal. Ainda não leram? Pois leiam e recortem do jornal, pois é do melhor que há para rir, pois se fosse para levar a sério seria no mínimo extremamente preocupante, tal é o conteúdo de tal artigo. É de facto um artigo pró-repressão, tal como muitos dos resquícios de mentalidades que ainda andam por aí (basta ver o caso do professor que não pode dar em privado uma graçola acerca do primeiro-ministro). Estaremos a recuar no tempo? O que parece é que desde o 25 de Abril que não mais houve uma evolução tão significativa a nível ideológico. Mas como esta discussão tem que ser feita de forma muito séria no seio da população, e não neste blog sem credibilidade, o barqueiro tem o desgosto de pelo menos uma vez na vida proporcionar prazer àqueles a quem o 25 de Abril nada lhes disse. Revivam então uma das vossas aulas de instrução primária, baseada pelos excertos de qualidade superior do artigo do "sim, senhor professor" Artur Soares, mas com a interactividade do século XXI.

Para começar cantem o Hino e de seguida 2 Avé - Maria, 1 Pai Nosso e para finalizar um "sinalzinho da cruz". Ha!... e virem-se para as fotografias.

 

               

 

A aula de hoje é dedicada aos bons costumes no vestir. Fiquem então com o sermão da calamidade actual da nossa sociedade por Artur Soares:

 

" O ano passado, no santuário de Fátima (...) D. Serafim, fez um pedido (...). Foi um pedido delicado, e, por isso mesmo, feito com toda a delicadeza! Pediu aquele Prelado, que os peregrinos fossem cuidadosos "em não fazer daquele recinto, local de turismo e, muito menos, local de praia"."

"Infelizmente, são muitos os Prelados portugueses que necessitavam de fazer semelhante pedido nas suas Dioceses. (...) se o Clero não tomar atitudes, melhor, se não fizer tais "delicados pedidos com toda a delicadeza", dentro de poucos anos os fieis apresentar-se-ão nas igrejas em fatos de banho se, os tiverem, uma vez que o calor os dispensa."

 

"Creio bem que há abusos. Mas o que mais custa observar neste reino sem rei, é vermos senhoras que - conduzindo o carrinho do bebé e marido ao lado - usam quase tanta roupa no seu corpo como aquela que traziam ao nascer!"

 

"E a democracia pregada por estas três repúblicas, bem como a democracia da maçonaria, não conhecem fronteiras para espalharem a anarquia, o despudor."

 

"A vida do homem também é composta por costumes, modas e leis que o regem. (...) "a moda é inventada pelos loucos e os tolos é que as seguem de perto"."

 

"Quem não vê a moda das blusas e das t-shirts sem frente e sem fralda? E quem não vê as calças sem gola? Com este caminhar e com tal rapidez, não admira que daqui por vinte ou trinta anos, seja moda caminhar pelas ruas da cidade, praticando nudismo."

 

"Há pais que tudo facilitam às filhas, talvez com a intenção de terem um genro o mais rápido possível; e há maridos que não se importam que as suas esposas sejam "apreciadas" pelos amigos."

 

Pois é! O barqueiro e quisesse dar uma aula do género a todos os que gostavam de reviver os tempos de ditadura, não conseguiria fazer melhor! Daí que a quantidade de excertos usados nesta "aula" seja grande, esquecendo-se outros parágrafos de qualidade semelhante.

 

Agora vão lá embora e já sabem: vistam-se bem! Usem as vossas roupinhas do tio Oliveira Salazar. E, mulheres: não vão para a missinha tentar os padres com as vossas "mini" roupas.

 

Esperemos pelas próximas aulas. E façam também aos vossos familiares e amigos estes "delicados pedidos com toda a delicadeza". Acabem-se estas "poucas-vergonhas"!  


sinto-me: rir ou chorar?

talhado por o barqueiro às 19:29
link do post | botar farpas (=comentar) | favorito

barqueiro
pesquisar
 
Março 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
10
11
12
13

14
15
16
17
18
19
20

22
23
24
25
26
27

28
29
30
31


barcalhoadas recentes

O regresso de "mestre" Ca...

Fim das aulas de Estado N...

3ª Aula de "Estado Novo" ...

2ª Aula de "Estado Novo" ...

Aula de "Estado Novo" por...

todas as barcalhoadas já assistidas

Março 2010

Fevereiro 2010

Dezembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

tags

todas as tags

Visitas
Vídeo do mês: Política para Totós
subscrever feeds