Domingo, 16 de Novembro de 2008
Políticos vão às aulas... mas não estudam!

Políticos barquenses vão às aulas... mas não estudam!

 

Ir às aulas, até vão, já que segundo a imprensa "não havia cadeiras vazias". Mas quando é o momento de aplicar os conhecimentos, aí o "tombo" é brutal! Como é?! Não se estuda! Ou onde é que estão com a cabeça quando estão nas aulas?

 

 

 

A última "aula" que tiveram, neste ciclo de "aulas" designadas oficialmente por "Quintas na Barca", foi sobre "PDM e o Ordenamento do Território". E pronto... se o barqueiro se ficasse só por esta frase já certamente se aperceberiam porque é que "vão às aulas" mas "chumbam" nos derradeiros "testes".

Coisas bonitas forma ditas nesta espécie de seminário sobre o ordenamento do território. Não menos bonitas e conhecidas foram algumas das caras que intervieram nesta sessão após as explicações dadas por Engenheiros e Arquitectos convidados para a dar. Falou-se de terrenos urbanizáveis, de reservas agrícolas, zonas industriais ou empresariais e até no Parque Natural. Mais "gozo" dá ainda ouvir nomes a se pronunciarem sobre o assunto como João Esteves, José Manuel Amorim, Vassalo Abreu e Cabral de Oliveira, entre outros. Todos estes dados estão lançados... e daria "pano para mangas". Contudo o barqueiro não gostaria de se pronunciar muito acerca de Ordenamento de Território, até porque depois dos discursos proferidos pelas personalidades presentes o barqueiro até se sente ignorante. Além disso não se atreve sequer a por anos de experiência em causa na área da construção e urbanismo de figuras como Cabral de Oliveira e João Esteves... certamente que não é uma noite inteira de "Quintas na Barca" que se relatariam todas as suas experiências nessa área. Vassalo Abreu, esse ainda há pouco começou a acumular esse tipo de experiência, mas também qual não é o político que num mandato adquire os conhecimentos base destas áreas. E José Manuel Amorim, que fazia esse senhor a discursar nesta noite? Ninguém sabe muito bem, mas que sabe do assunto, lá isso pareceu que sim...

E o pior de tudo isto. O pior é quando se chega aos "exames". É quando se tem que por os conhecimentos de PDM e Ordenamento do Território em prática que surgem as calinadas das maiores. Têm sido anos e anos de calinadas , apesar de ninguém falhar estas "aulas". Veja-se a última grande calinada dada pelos políticos da terra: ao por os conhecimentos de urbanismo em prática raciocinaram mal, talvez erro de cálculos, e em vez de sair um edifício de um novo lar como mandam as regras dadas nestas "aulas", saiu afinal um "poio", e dos grandes!

 

 

 

 


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Segunda-feira, 17 de Março de 2008
“Jesus Cristo” “ressuscitou” antes da Páscoa

“Jesus Cristo” “ressuscitou” antes da Páscoa


 

A constatação presente no título deste artigo poderá ser um choque em mais uma época importante do calendário católico em que nos encontrámos. A verdade é que isso ficou provado, ou pelo menos quiseram fazer provar, na última edição de 29 de Fevereiro do jornal “O Povo da Barca”. “O Povo da Barca” consegue assim o exclusivo do “ressuscitado” Cabral de Oliveira, dando-lhe quase 3 páginas de entrevista e uma foto de capa de grande formato de bónus. Enfim, algo que parece destaque a mais, se tivermos em consideração os artigos que semanalmente vêm a público do “novo”, mas velho, PSD de Ponte da Barca. Uma grande manobra de marketing se vai montando de volta deste autêntico “Jesus Cristo” à vista de muitos, mas não todos, militantes e simpatizantes do partido laranja (que agora parece ser também azul). Algumas diferenças entre o Messias e este novo “Cristo” é que este último desapareceu do “mundo dos vivos” de forma misteriosa, e depois demorou mais uns aninhos até ressuscitar. De resto, a “luz” do “novo Messias” vai reconquistando corações por aqui e por ali, e a última (re)conquista parece ter assim acontecido na imprensa local: o que é, vamos lá, relativamente “grave” para a “vida democrática” que o “Messias” está agora sempre a pregar.

Numa análise mais cuidada ao aspecto físico do “novo” Cabral de Oliveira, parece agora ser um homem mais “maduro” que no tempo em que era presidente. Conseguiu, sabe-se lá de que forma, fazer como que um “face lift”, e acabar com o aspecto “abatido” que pareceu exibir durante bastante do tempo em que esteve “fora de combate”. Está com ar de “saúdinha”, e pelas fotos parece muito mais calmo do que era, exibindo uma postura “profética”, com os braços abertos para as ovelhas do seu rebanho. Talvez tenha, desta vez, a vantagem, que não tinha, de ser um autêntico “pregador” da política, e transmite pela primeira vez sensações de paz. Algo que não é necessário para os muitos que ao longo dos anos adquiriram o acto reflexo de colocar uma cruz à frente do nome “Cabral de Oliveira”. Poderá ser necessário para conquistar “ovelhas” perdidas do “rebanho partidário”, ou melhor, compensar essas perdas com novos ganhos, pois Cabral de Oliveira não é homem de “voltar atrás”. Acabando com as metáforas, o barqueiro está a falar daqueles que lutaram pelo partido e hoje não fazem parte do “novo” projecto de Cabral. As “condolências” do barqueiro para esses que lutaram e não poderão ter frutos no PSD nas próximas eleições, e também para a “nova” Comissão política do partido, constituída pelos mesmos “barrotes” de sempre, já “podres”, mas aos quais se deu uma pinturazita, e lá vão servir para as próximas eleições.


 

    




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Ordem na “Capoeira”!

Ordem na “Capoeira”!


 

Nos últimos jornais tem sido muito falado o assunto da falta de ordem que tem havido na Assembleia Municipal, que se tem justificado a designação de “capoeira”. Parece ter havido interrupções durante os tempos de intervenção dos presentes, linguagem “acapoeirada”, “ruído de fundo” enquanto alguém falava, e inclusive risos. É algo que, levado a sério é muito grave. Quer dizer, os “risos” numa assembleia até se compreendem (seguem os exemplos da Assembleia da República), mas o resto parece de “putos” indisciplinados numa sala de aulas. E o “professor”, ou seja, o presidente da Assembleia Paulo Pimenta não tem tido “mão” neles. Enfim, são muitos e indisciplinados, e essas situações já partem da educação e sentido cívico que pouco existe. Chegámos até, ao ponto em que um dos elementos das bancadas presentes na assembleia, “El Mestre” João Esteves, vem insinuar que o presidente da assembleia não sabe agir enquanto tal, e que, passando-se a citar, “permitindo tudo a alguns”. É caso para dizer que o órgão Assembleia Municipal anda muito doente. Sendo o órgão em que primariamente, com o adequado funcionamento, se exerce a democracia e a pluralidade, é caso para lançar deste blog sem crédito um grito: Ordem na “capoeira”!!!

 



NOTA: Para se ter uma ideia do estado deste órgão, teve que ser o aviso de um blog sem crédito como este, de que um “Poio” estava a ser “cagado” na paisagística turística da vila para que o assunto fosse discutido pelos políticos, agora que o “O Poio” já lá está por cima da Igreja Matriz para quem observa a vila da outra margem do Lima.


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Olinda, amiga, o PSD não está contigo!

Olinda, amiga, o PSD não está contigo!


 

Foi esta a grande ausência na “nova” equipa do “Messias” Cabral de Oliveira, para além do “barão” ou “dinossauro” do PSD “El Mestre” João Esteves, que foi o “reactor” deste PSD barquense ao longo da maioria dos mandatos laranja (e agora também azul) pós 25 de Abril. Mas este artigo vem dar sim grande destaque à vereadora Olinda Barbosa. Ela tem sido a mulher que tem contrariado o argumento do machismo dominar na política. Ela era, apesar de todas as brincadeiras, críticas e defeitos que se lhe têm apontado (este blog inclusive), o elemento mais activo da oposição PSD, e talvez o único elemento deste partido que não entrou em “depressão pós derrota” eleitoral. É o único elemento que se habituou à função de fazer oposição ao PS, e que regularmente tem escrito na imprensa, sendo talvez a principal voz da oposição. A “nova” equipa ignorou a sua importância e trabalho. Conclusão: o elemento que tem estado sempre presente na “luta” do partido “cagaram” para ele, e fez-se mais uma típica comissão política barquense, com meia dúzia de caras mais que conhecidas, que só aparecem quando cheira a eleições com óbvio objectivo, já mais que conhecido, o “poleiro”. Perante tudo isto, e ainda mais o facto de não “cheirar” ao barqueiro que será convidada para candidata do PSD à Câmara (o que poderia repor justiça e consideração dos seus colegas de partido relativamente ao seu trabalho), o barqueiro não diz que está com a Olinda, porque não é seu hábito ser emplastro, ou como se diz em política, apoiante de alguém, mas pode dizer: Olinda, amiga, o PSD não parece mesmo estar contigo!

 

Façamos então o contador com o número de abstenções desta vereadora a partir da data de eleição da Comissão do PSD. Poderá vir a ser útil em termos de “intercâmbios”, ou melhor dizendo, poderá ser útil para saciar alguma curiosidade barqueira.

 

NOTA: Contaremos neste blog, para ser mais fácil, o número de reuniões em que Olinda Barbosa se abstém através das notícias da imprensa regional. Pode-se dizer desde já que a onda de abstenções parece ter começado, com abstenções contadas em 3 reuniões, até ao fecho da contagem na imprensa regional em 8 de Março. Rectificações de contagem e comentários podem deste já ser deixados pelos leitores deste blog.





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Segunda-feira, 24 de Dezembro de 2007
Espírito Natalício invade Assembleia Municipal
Espírito Natalício invade Assembleia Municipal


Na última Assembleia Municipal o espírito natalício invadiu os presentes. Nos jornais lê-se que se aprovou o “maior orçamento de sempre” com o voto favorável “de todos os presidentes de junta”. O único presidente de junta que ainda “torceu” um pouco o nariz foi o de Britelo. Nada que Vassalo Abreu e o espírito natalício não conseguissem resolver. Até o “velho do Restelo”, como agora pegou em moda dizer, “El Mestre” João Esteves se chegou à frente disponibilizando-se para se necessário ser testemunha de Vassalo Abreu no edifício de Sto António do Buraquinho. “apesar de politicamente não estarmos de acordo, o senhor é uma pessoa séria”, disse João Esteves num momento raro de política em Ponte da Barca, em que se deixam de parte guerrinhas “politiqueiras” do costume. O que o Natal faz! No meio deste bonito cenário, surge o “duende mau”, ao qual o espírito natalício não entra: Claudino Amorim. Este manifestou uma firme oposição ao executivo, publicando no jornal um exaustivo artigo de análise de contas apelidadas de “despesismo”. No meio de tudo isto ainda houve oportunidade  para alguém confundir Vassalo Abreu com o Pai Natal: o presidente de Junta de Lavradas. Quis saber como está a situação da ponte sobre o rio Lima, talvez o presente de Natal mais excêntrico e difícil de concretizar em Portugal e arredores. Um presente para o qual será preciso muito mais que se portar muito bem durante o ano. Assim vamos em Ponte da Barca este Natal. Boas Festas!

 

 


NOTA: Havia muitas mais coisas para fazer uso da “má língua” como de costume, mas como é Natal…


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Domingo, 16 de Dezembro de 2007
O regresso de "mestre" Cabral
O regresso de "mestre" Cabral

Depois de dois anos afastado das “lides políticas”, Cabral de Oliveira, o antigo e mítico presidente de Câmara Municipal está de regresso! Apesar de estar de regresso “à competição” após longa paragem (qual Mantorras!), adivinhava-se uma entrada na opinião pública barquense de forma ainda muito verdinha… Para além de poder ter perdido “ritmo competitivo”, era muito mais fácil trabalhar nos tempos de apogeu de “El Mestre” João Esteves. Puras falsidades! Entrada na “competição” política com toda a garra, diga-se até, em plena forma. Jogando todo “ao ataque”, faz-nos esquecer facilmente os aspectos “defensivos”, que, conhecendo-se o seu passado, serão muito frágeis se forem postos à prova. Apesar dos pergaminhos dizerem que a mistura entre futebol e política ser sempre explosiva, a melhor equipa de futebol é aquela que melhor conjugação ataque/ defesa conseguir, tal como deve ser um bom político. Ora Cabral vem revelar apenas como está o seu “ataque”…

Toda esta introdução para se falar dos artigos publicados nos dois jornais regionais, intitulados “A Razão e o Dever…”.

Como complemento à leitura do artigo, este blog, agindo como Cabral “Em nome da cidadania”, faz a lista de armas “ofensivas” usadas contra o actual executivo camarário contrastando com defeitos atribuíveis aos seus mandatos:


Defeitos do poder em vigor segundo Cabral                 Defeitos passíveis de serem   Oliveira                                                                                  atribuídos  ao seu antigo executivo

“(…) comunidade barquense anestesiada e sem reacção face às opções políticas da Autarquia, preocupada com o silenciamento, com a mordaça, (…) e até chantagem de todos quantos esbocem um erguer da voz do descontentamento (…)”

Comunidade barquense anestesiada e sem reacção face às opções políticas da Autarquia, preocupada com o silenciamento, com a mordaça, e até chantagem de todos quantos esbocem um erguer da voz do descontentamento.

Acrescenta-se ainda o “culto da personalidade” através de atribuição do próprio nome a obras públicas.

“(…) ouço falar em agressividade verbal e em atropelos, protagonizados por quem deveria dar o exemplo (…)”

Ouve-se falar em agressividade verbal e em atropelos, protagonizados por quem deveria dar o exemplo.

“(…) onde param os analistas e os comentadores(…)?

Onde param os analistas e os comentadores?

“Que é feito do debate político e da defesa dos princípios e dos valores (…) do concelho?”

Que é feito do debate político e da defesa dos princípios e dos valores do concelho?

“(…) o Município gaste (…) milhares e milhares de euros com estes arranjos de ocasião que somente parecem servir os interesses de meia dúzia?”

O Município gasta milhares e milhares de euros com arranjos de ocasião que somente parecem servir os interesses de meia dúzia.

“(…) o Presidente da Assembleia Municipal elabore o projecto do novo edifício dos Paços do Concelho (…) alegadamente, de forma gratuita?”; “(…) considera eticamente correcto que o Presidente da Comissão Política do Partido que sustenta a Câmara Municipal seja nomeado Presidente da Associação Concelhia das Festas de S. Bartolomeu?”

Bem, há bastantes semelhanças entre as acusações e o que foi feito durante os seus mandatos, mas nem tanto!

Neste aspecto, não só Deus Nosso Senhor, como muitos barquenses, sabem que há coincidências interessantes nos políticos dos executivos desses tempos.

“A comunidade barquense acha normal e aceitável o que nos prometem na área da saúde?”

A comunidade barquense acha normal e aceitável o que nos prometem na área da saúde? Foi nestas épocas que se perderam serviços de saúde não mais recuperados e caímos na situação actual.

(…) esta maioria defende a criação de riqueza, de postos de trabalho e de condições favoráveis à fixação dos nossos jovens?”

Este executivo defende a criação de riqueza, de postos de trabalho e de condições favoráveis à fixação dos nossos jovens?

“(…) esta (maioria camarária), mal tomou posse , se tenha preocupado em chegar a um acordo (sobre expropriações da variante do Vade), não aguardando sequer pelas decisões dos tribunais (…)”

Um exemplo de problemas jurídicos?!

As recentes notícias do regresso da biblioteca ao seu local original, traz-nos à memória casos mediáticos e jurídicos de outrora…

“Ninguém tem nada a apontar à encenação montada à volta do Plano Estratégico, um espectáculo que já custou a todos nós milhares e milhares de euros?”

Espera… não houve projectos e planos para o concelho, com grau de “encenação” semelhante, que não nos tenham ido ao bolso?!

“(…) todos os que, (…) se mostraram tão exigentes, tenham agora, também eles, cedido à mordaça ou virado sócios do clube dos “lambe-botas” e dos invertebrados.”

Não terão existido “lambe-botas”?... Espera… também os houve… Se quiserem um nome de um dos melhores… Jammy Graçoeiro, parece que é assim que se chamava…

 



De uma coisa podemos ter a certeza: os políticos fazem-se de ingénuos mas não o são. Pode ser verificado que Cabral de Oliveira serviu-se da sua experiência na Câmara Municipal para o “ataque” político, desta vez do lado da oposição. Pelo facto de ter apostado tudo ao “ataque”, neste primeiro “jogo”, descorou-se na “defesa”, e todas as suas manobras de ataque são passíveis de poder ser usadas pelo “adversário” contra si. Enfim, um erro passível de ser explicado pela falta de “ritmo” após longa paragem nas “lides políticas”. Mas até na política nacional vemos acusações de políticos, cujas palavras poderiam ser usadas para descreverem aquilo que eles próprios andam a fazer. “São todos iguais”, já lá diz o povo.

 

No contexto que ultimamente temos vivido, o barqueiro pode desde já ir ao encontro do pensamento de alguns barquenses: os políticos começam agora, a meio do mandato da Câmara, a sair de um período de hibernação que se segue sempre às eleições. Já tivemos o “desabafo” de Miguel Pontes, o regresso de José Manuel Maia aos palanques no congresso do PSD, e agora temos o regresso de Cabral de Oliveira. Juntando isto às recentes publicações do cronista e opinador Artur Soares, obteríamos a próxima lista de candidatos da actual oposição. De fora ficam sempre as mulheres, como Olinda Barbosa, que apesar de ter uma actividade política muito mais regular e coerente como oposição com algum sentido de seriedade, acaba por ser quase que “desprezada” face a gente mais oportuna que só surge em força quando “cheira” a eleições, e por isso a “poleiro”.


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