Domingo, 4 de Março de 2007
"Eu vou comer até me lambusar" - novos episódios

"Eu vou comer, eu vou comer, até me lambusar, porque se eu não comer vem outro e come em meu lugar"

(novos episódios)

Depois de umas semanas de pausa após as memoráveis "comesainas" da época de Reis, eis que o barqueiro regressa para acompanhar a rota dos politiqueiros da Barca pelas boas cozinhas de terras do Alto Minho. Desta vez não estiveram presentes indivíduos esfomeados que viessem de tão longe quanto os deputados do Jantar de Reis. Mas concerteza que o decorrer desta nova almoçarada não ficou atrás desse jantar no que diz respeito a cenas que o bom "Zé Barquense" já nos habituou. O anfitrião desta festança foi desta vez o Presidente de Junta da freguesia barquense de Oleiros: Manuel Lima. Como foi descrito por um jornal local, foi um "Domingo Gordo": por um lado o SARRABULHO é por si só um repasto rico em gorduras, por outro lado, a julgar pela quantidade de pessoas presentes foi um dia realmente "gordo" para o presidente de junta, que com actos destes deve continuar a colher muita "popularidade eleitoral".

Fiquem agora com alguns cartoons (baseados em fotografias da festa no "Notícias da Barca"), em que são os próprios populares e políticos a encarnarem a pele das suas próprias caricaturas:

 

 

Sendo que esta grande comesaina à boa moda da Barca decorreu em época de entrudo, quem é que de acordo com a tradição terá comido o focinho do porco, já que ninguém sabe quem terá comido o rabo?

Há coisas fantásticas, não há? Esperem então pelos próximos episódios!

 


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Sábado, 3 de Março de 2007
Até nas Escolas se respira política

A Barca "bateu no fundo": Até nas Escolas se respira política!!!

É impressionante o quanto os barquenses levam a sério aquela teoria das pinturas falada na publicação de 20 de Fevereiro de 2007 do "Homens de Armas e Mulheres de Barba Rija" aqui neste pequeno recanto da net. Desta vez o local de eleição para debates e lutas politiqueiras não foi a assembleia de Câmara, um exemplo de local ainda com decência sufieciente (ou talvez não) para estes assuntos. Como Sílvia Torres afirma na última edição do Notícias da Barca, "Após um longo período de sono, durante o qual deixaram Ponte da Barca na pasmaceira, ei-los que acordaram". O Barqueiro só tem 2 coisas a dizer:

1. Que não só eles, como todos os barquenses em geral, deixaram, deixam, e deixarão Ponte da Barca na pasmaceira se não se tornarem barqueiros, isso é já uma certeza. Desta vez o contributo para tal pasmaceira veio mais uma vez das "corzinhas" políticas com que se pintam, como tem sido ao longo de todos estes anos. A diferença é que se aproveitaram dos pais preocupados com os seus filhos para praticar oposição àqueles que lhes ocupam o "poleiro desejado". Mas como isto ainda não é suficiente para a boa "barracada" à moda barquense, aqueles pais menos preocupados com os filhos e mais com a política também existem e também estiveram em peso, apresentando desde já 2 titãs como cabeça de cartaz para silenciar os poucos pais preocupados com os filhos que descobriram as verdades nas reuniões e manifestações realizadas na Escola Secundária: Maria Orlanda Lima (Presidente da Associação de Pais) e Pedro Fernandes (Presidente da Associação de Estudantes). Estranho que os pais politiqueiros sejam liderados pelos principais porta-vozes das reuniões e manifestações? Investiguem e pensem mais!!! 

2. Depois de um texto de opinião tão bem elaborado por Sílvia Torres no referido jornal no aspecto de uma Associação de Pais acordar depois de nunca ter estado acordada para os assuntos a que uma Associação de Pais competem, eis que no melhor pano cai a nódoa: caiu-se novamente na tendência natural do bom "Zé Barquense", ou seja, fugir para a cor de que se anda pintado. Se não perceberam leiam e tentem descobrir a que partido barcalhoense pertencerá. Mas atenção, ponham de parte a vossa "cor"!!!

NOTA: Enquanto as lutas políticas noutras terrinhas estão a adquirir um novo modelo inovador, a luta pelas URGÊNCIAS, aqui estámos a adquirir o modelo alternativo da luta pela ESCOLA. Como a complexidade destas "politiquisses" leva sempre a fins precoces dos modelos de luta adoptados, será que a Barca está agora a adormecer este assunto das escolas para se vir a dedicar às urgências? O Barqueiro diz apenas que descubram a diferenças entre as Câmaras das terrinhas das urgências e a do nosso concelho.    


sinto-me:

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Sexta-feira, 2 de Março de 2007
Rua Dr., Rua Professor, Rua Cónego, Rua Padre,...Rua esfolador, Rua presidente, Rua Lambe-Botas,...

Rua Dr., Rua Professor, Rua Cónego, Rua Padre,...Rua esfolador, Rua presidente, Rua Lambe-Botas,..., e só agora uma rua Manuel Parada

O Barqueiro esteve atento às recentes notícias, e entre muitas outras notícias que parecem retiradas de caricaturas barcalhoenses, saltou à vista uma notícia que vem recordar velhos "escarros" desta terrinha. Trata-se de dar nome a ruas e outros locais públicos de pessoas que se "distinguiram" dos outros barquenses, mas que no fundo não passam de farsas e idolatrações pessoais que contribuem para cegar todos os que nesta terra habitam. Exemplo disso são algumas condecorações públicas que já vêm desde tempos longínquos, havendo de tudo para todos os gostos: cónegos (grau eclesiático duma hierarquia que ainda hoje querem fazer perdurar), bustos recordando figuras como Provedores e até um Presidente de Câmara da Era do fascismo Salazarista (como se condecora alguém que compactua com um poder ditatorial?) e mais recentemente político que se quer auto-perpetuar através da atribuição do seu nome a um espaço público. Envestiguem por vocês próprios e construam a vossa viagem no tempo desta terra vestida de pobre pelas pessoas.

Mas o que o barqueiro mesmo dizer desta grande palhaçada colectiva é que foram precisos tantos anos de erros para vir a surgir uma Rua Alguém, e esse alguém que brevemente irá dar nome a um espaço público é Manuel Parada. Enfim um contributo merecido dos poucos que o podem dar às memórias barquenses. É certo que não foi o primeiro merecido, mas se calhar eles podem-se contar pelos dedos. Esperemos que isto sirva de exemplo para futuras condecorações. Esperemos que seja o princípio do fim do pobre "museu" arruaceiro. 


sinto-me:

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