Segunda-feira, 11 de Junho de 2007
Meninos da JSD estranham situação político-social

Meninos da JSD estranham situação político-social actual

Como tem sido hábito os meninos da JSD de Ponte da Barca têm-se preocupado com a situação política e social do país e do concelho. Organizam palestras e tertúlias, escrevem para o jornal e têm um blog. Até aqui tudo bem. Fazem tudo aquilo que cidadãos interessados pelo bem comum deveriam fazer. Ora, como já lá diz o barquense, "a porca torce o rabo" quando se trata da acção específica destes jovens talentosos da JSD concelhia, também já comentados e recomentados por este blog (vejam o que está para trás).

O barqueiro, habituando os seus leitores a reacções extremas, ou muito boas ou muito más, que nesta última são com certeza a maioria, faz uma análise simples, em 4 pontos, destes jovens barquenses que passam a imagem de uma geração diferente, activa no que concerne à situação do país e do concelho. Não se trata de um ataque pessoal, nada disso. Tratam-se de verdades que também têm que ser conhecidas, para permitirem a visualização de mais um ângulo, pouco explorado, da actividade desta organização política.

Uma das maiores expressões jornalísticas do próprio presidente da JSD foi no último Notícias da Barca, com o título "Medos, Queixumes, Ressentimentos e Invejas...". O título prometia um bom artigo de reflexão pública, o seu conteúdo é maioritariamente verdadeiro e pertinente, o contexto político em que se encontra é o que o torna duvidoso. O tema de debate é muito bem resumido pelo seguinte excerto do artigo:

"A sociedade portuguesa não perdeu o medo (...). O medo salazarista e o nosso não se inscrevem porque não são conscientes. As pessoas não se sabem inteiramente com medo, ainda que sintam muitas vezes "medos". O medo é uma estratégia para não se inscrever, para não confrontar, não agir, tomar decisões, amar, criar, viver... Medo de arriscar. "A prudência é a lei do bom senso português".

A seguinte análise já poderia ter sido feita, senhor José Alfredo de Oliveira. O artigo apenas a proporcionou no momento adequado.

1. Num contexto geral, o Norte e interior do país e até a sua maioria, possuem convicções maioritariamente de Direita, e para isso basta ver o mapa dos concelhos portugueses. Apesar da esquerda portuguesa também não ser exemplo, esta vantagem que existe incutida na maioria tendeu para que o mapa se apresente de laranja. E porquê essa vantagem? Portugal foi governado muitas décadas pelo célebre e ainda enraizado salazarismo. E o que era? Era fascismo, política de extrema-direita. Será cruel de mais castigar esse regime por incutir o medo nos portugueses, sendo ao mesmo tempo aquele que contribuiu para que políticos deste quadrante político sejam mais "aptos para a eleição"?

2. Porquê castigar tanto a oposição, falando em termos concelhios, se PSD foi como toda a gente sabe o partido dominante, e ainda é, apesar de tudo, no concelho barquense? Não serão também, em conclusão, "farinha do mesmo saco" daqueles que actualmente estão no poleiro. Verdade seja dita: também já era tempo de rodar um bocadinho, para se poder ao menos comparar quem é que será melhor. Ao mesmo tempo rodar fazia falta todos os 4 anos em Ponte da Barca: existem abútres, "lambe-cus", boys and girls e lobbies que enojam da maneira com que se associam a poderes que se consigam manter.

3. Os "medos" de que falam não serão aqueles com que ao fim ao cabo tentam impedir os seus críticos de se manifestarem contra? De que se está a final a falar, perguntar-se-ão? Sem papas na língua, da caricata situação de abordagem ou questionamento do asseado menino e presidente José Oliveira ao também jovem da oposição do PS José Amaral, acerca da sua opinião contrária publicada no jornal acerca do badalado caso da fusão das escolas.

4. Para quê manifestações contra o incutido "medo" salazarista, se afinal no blog da JSD http://jsdpontedabarca.blogspot.com/ os comentários deixados pelos leitores só são positivos, felicitando todas as acções promovidas por tão distintos jovens? É que o problema reside aqui mesmo: só estão presentes os comentários cativantes para a JSD. Comentários menos dignos de tão politiqueiro blog como os deixados por alguns senhores não os conseguirá ver no blog destes jovens, mas eles com certeza que saberão de quem se tratam pois eliminaram, não se sabe ao certo, se muitos se poucos comentários deixados por eles.

Em conclusão, quem mais apregoa a necessidade da mudança de mentalidades, mais são aqueles que afinal mantêm de pé ideologias ligadas a "medos salazaristas". A POLÍTICA ESTÁ ROTA.

E por último o último tópico, sobre o qual muitos dos leitores deste blog já terão pensado:

5. "Medo tem aquele que é um merdas, o autor deste blog!" O autor deste blog não tem medo, pelo simples facto de dar a cara: ele é o barqueiro. Um dia conhecerão pelo menos a sua foto. Já conhecem a sua mente. Estarão sim furiosos por não saber quem é o criador desta personagem barquense. Mas esse tem medo sim, "dos abútres, dos "lambe-cus", dos boys e girls e dos lobbies", e ainda mais dos "bufos", os especialistas da difamação e do tramanso. Tem que se começar por algum lado a quebrar este ciclo vicioso de corrupção, interesses e de mentalidades. O criador apenas sustenta a vida de uma figura que tenta criar a maioria inconformada em Ponte da Barca, já que se com muitos é difícil, então um único estaria condenado ao "apedrejamento público". 


sinto-me: sermão ou bomba-atómica?

talhado por o barqueiro às 01:27
link do post | botar farpas (=comentar) | ver comentários (1) | favorito

Domingo, 10 de Junho de 2007
A moda de Scolari

A moda de Scolari

A realidade barquense: da janelas das moradias até aos eventos socio-tradicionais

O barqueiro através de mais uma das suas revisões pela imprensa deparou-se por mais um dos "eventos" caricatos das nossas terras: as bandeiras. A moda de Scolari, de por bandeiras às janelas das casas por todo o país não é inteiramente nova em terras barquenses. A diferença reside nas circunstâncias e locais onde são postas e usadas, se assim se poderá dizer.

Para Scolari, as bandeiras foram uma forma de transmitir e moblizar os apoios dos portugueses em geral para a selecção nacional de futebol, pondo em campo não só uma equipa de futebol como um país inteiro.

Para os barquenses colocar as bandeiras nestas alturas apenas teve de novo serem colocadas às janelas e serem de Portugal. A tradição é ainda tão forte, que uma bandeira tem que ser utilizada nas tradições da terra, não como um simples símbolo, como a portuguesa, mas como muito mais do que isso. Só quem já viveu esta febre dos estandartes sabe explicar. É algo que não passa através das palavras.

Este assunto é para aqui trazido em virtude de um tópico da imprensa regional recente que dizia "Fundador do Antigo Rancho oferece bandeira", no qual um senhor que ofereceu uma bandeira ao rancho de uma das freguesias do concelho, Bravães, é descrito como "ilustre filho da terra". 

E os funerais? Ainda existem pessoas que querem pertencer a organizações, se é disso que se trata, chamadas de Irmandades, para levar a bandeirinha no seu funeral. E as procissões? Lá estão as bandeiras, e quem sabe os cachecóis. As procissões são a propósito um local a ser mais falado. Já Saramago diz que as procissões eram dos melhores locais para testemunhar a caricatura das pessoas desde a Idade Média. Eram, e ainda são, em muitos dos nossos locais, apesar das touradas e procissões já serem muito encobertas pelo entretenimento contemporâneo que é o futebol. Indo para o campo da brejeirice, um legado que também deveria ser recordado como o folclore e outros, só quem segurou num pau de bandeira num destes eventos sabe qual é o sentimento. Quanto ao campo específico dos funerais, as pessoas que tanto se esforçam a garantir durante a vida as suas bandeiras funerárias, acabem no fim de contas por não as verem no seu último passeio. Ora isto é um escândalo, e ninguém fala disto! Paga-se, porque não é de graça, por algo que afinal nunca se chega a ver!

Quer ser recordado como alguém ilustre? Ofereça bandeiras ou garanta já o seu kit de bandeiras funerárias num mediador perto de si.

         

 

Quer saber quais os eventos populares , como comesainas, ranchos e procissões que estão aí. Fique-se então com o tributo a Zeca Afonso na freguesia de Bravães no dia 10 à noite. Pode ser que aprenda realmente alguma coisa. Já agora, porque não apostar mais em eventos culturais destes, e reduzir os eventos tradicionais e religiosos apenas a 1 ou 2 eventos anuais e centrais concelhios, apenas para mostrar o que de facto é o passado tradicional ao turismo? É que para borgas à moda antiga todas as freguesias aderem em massa.

 

                                                  


sinto-me:

talhado por o barqueiro às 17:52
link do post | botar farpas (=comentar) | favorito

Umas quadras para a "Sô Doutora"?

Vão umas quadras para a "Sô Doutora"?

Depois do sucesso das quadras de Maria Amália Felgueiras no "Notícias da Barca" de 2 de Junho, ficam aqui também algumas quadras para a nossa querida Mulher d'Armas barquense Olinda Barbosa. Fiquem aqui com alguns rasgos da melhor poesia. Na verdade foi muito fácil compor a versão barcalhoense das quadras intituladas "Para si Doutora", publicadas no jornal, pois trata-se de alguém por quem dá prazer falar.

_______

Obrigada Sô Doutora Olinda

Pela sua intensa actividade

Uma senhora muito elegante e linda

Mas dotada de grande perigosidade.

_______

Pessoa com audição em todos os sentidos

Sempre atenta ao João Esteves

E ouvindo-o com os seus ouvidos

Procura re-enterrar os concorrentes.

 

Esta é para terminar Olinda

Foi escrita já cansadinho

Nós na terra ainda peregrina

Ainda não vislumbramos caminho.

 


sinto-me:

talhado por o barqueiro às 15:37
link do post | botar farpas (=comentar) | favorito

Sábado, 2 de Junho de 2007
Aula de "Estado Novo" por Artur Soares

Aula de "Estado Novo" por Artur Soares

Já há algum tempo que Artur Soares vinha escrevendo os seus artigos na sua rubrica "Ecos do Nosso Mundo", mas foi desta última, na edição de 26 de Maio do "Notícias da Barca" que mostrou toda a sua vocação. O artigo intitulava-se "Vestuário e Amplas Liberdades". Já por si o título é muito sugestivo, e a sua rubrica, "Ecos do Nosso Mundo" cabe-lhe que nem uma luva. De facto, apesar da  ditadura política ter acabado há uns anitos, ela ainda ecoa no nosso mundo barquense, estendendo-se a todo o Portugal. Ainda não leram? Pois leiam e recortem do jornal, pois é do melhor que há para rir, pois se fosse para levar a sério seria no mínimo extremamente preocupante, tal é o conteúdo de tal artigo. É de facto um artigo pró-repressão, tal como muitos dos resquícios de mentalidades que ainda andam por aí (basta ver o caso do professor que não pode dar em privado uma graçola acerca do primeiro-ministro). Estaremos a recuar no tempo? O que parece é que desde o 25 de Abril que não mais houve uma evolução tão significativa a nível ideológico. Mas como esta discussão tem que ser feita de forma muito séria no seio da população, e não neste blog sem credibilidade, o barqueiro tem o desgosto de pelo menos uma vez na vida proporcionar prazer àqueles a quem o 25 de Abril nada lhes disse. Revivam então uma das vossas aulas de instrução primária, baseada pelos excertos de qualidade superior do artigo do "sim, senhor professor" Artur Soares, mas com a interactividade do século XXI.

Para começar cantem o Hino e de seguida 2 Avé - Maria, 1 Pai Nosso e para finalizar um "sinalzinho da cruz". Ha!... e virem-se para as fotografias.

 

               

 

A aula de hoje é dedicada aos bons costumes no vestir. Fiquem então com o sermão da calamidade actual da nossa sociedade por Artur Soares:

 

" O ano passado, no santuário de Fátima (...) D. Serafim, fez um pedido (...). Foi um pedido delicado, e, por isso mesmo, feito com toda a delicadeza! Pediu aquele Prelado, que os peregrinos fossem cuidadosos "em não fazer daquele recinto, local de turismo e, muito menos, local de praia"."

"Infelizmente, são muitos os Prelados portugueses que necessitavam de fazer semelhante pedido nas suas Dioceses. (...) se o Clero não tomar atitudes, melhor, se não fizer tais "delicados pedidos com toda a delicadeza", dentro de poucos anos os fieis apresentar-se-ão nas igrejas em fatos de banho se, os tiverem, uma vez que o calor os dispensa."

 

"Creio bem que há abusos. Mas o que mais custa observar neste reino sem rei, é vermos senhoras que - conduzindo o carrinho do bebé e marido ao lado - usam quase tanta roupa no seu corpo como aquela que traziam ao nascer!"

 

"E a democracia pregada por estas três repúblicas, bem como a democracia da maçonaria, não conhecem fronteiras para espalharem a anarquia, o despudor."

 

"A vida do homem também é composta por costumes, modas e leis que o regem. (...) "a moda é inventada pelos loucos e os tolos é que as seguem de perto"."

 

"Quem não vê a moda das blusas e das t-shirts sem frente e sem fralda? E quem não vê as calças sem gola? Com este caminhar e com tal rapidez, não admira que daqui por vinte ou trinta anos, seja moda caminhar pelas ruas da cidade, praticando nudismo."

 

"Há pais que tudo facilitam às filhas, talvez com a intenção de terem um genro o mais rápido possível; e há maridos que não se importam que as suas esposas sejam "apreciadas" pelos amigos."

 

Pois é! O barqueiro e quisesse dar uma aula do género a todos os que gostavam de reviver os tempos de ditadura, não conseguiria fazer melhor! Daí que a quantidade de excertos usados nesta "aula" seja grande, esquecendo-se outros parágrafos de qualidade semelhante.

 

Agora vão lá embora e já sabem: vistam-se bem! Usem as vossas roupinhas do tio Oliveira Salazar. E, mulheres: não vão para a missinha tentar os padres com as vossas "mini" roupas.

 

Esperemos pelas próximas aulas. E façam também aos vossos familiares e amigos estes "delicados pedidos com toda a delicadeza". Acabem-se estas "poucas-vergonhas"!  


sinto-me: rir ou chorar?

talhado por o barqueiro às 19:29
link do post | botar farpas (=comentar) | favorito

Dia-a-dia de um Presidente da Câmara

Dia-a-dia de um Presidente da Câmara

Todos nós sabemos que o dia-a-dia de político não tem muito que se lhe diga, excepto em época de "febre" eleitoral, de visita à Ermida ou de recepção de um membro de Governo, mais concretamente o Secretário de Estado do Ambiente.

No primeiro caso, o Presidente do nosso concelho visitou a freguesia de Ermida, merecendo no jornal um artigo com a dimensão de uma pequena nota mas com o título que faz adivinhar uma grande importância de tal acontecimento:

 

"Presidente da Câmara Visita a freguesia de Ermida"

 

De facto, a visita de local tão remoto parece merecer por parte dos políticos camarários um tratamento de "Margem Sul de Ponte da Barca", citando o humorista Mário Lino. Parece que o Presidente terá ido visitar um novo Miradouro construído nessa freguesia, que talvez por se tratar de momento tão raro, seja destacada em relação a outras visitas a outras freguesias que passam mais despercebidas. Se cada vez que o Presidente visita-se uma freguesia fosse noticiado... E reparem no pormenor da data registada na própria foto: uma data para a posteridade... Na verdade, devido ao património histórico e natural esta freguesia não merece ser tratada como o local mais remoto de Ponte da Barca.

Relativamente ao segundo caso, parece que os cargos do poder central como deputados e secretários gerais ainda conseguem cá passar não só para comer a boa posta barrosã. Parece que formalmente se tratou da oficialização do início das obras para a construção da terceira porta do PNPG em Lindoso. Por detrás destas formalidades, poder-se-á ter tratado de mais um belo manjar político. De qualquer forma, se tudo isto for para avançar, só beneficiará Ponte da Barca.


sinto-me:

talhado por o barqueiro às 09:58
link do post | botar farpas (=comentar) | favorito

Caçadores e florestas

Caçadores e florestas: uma relação exemplar

Um dos actos mais exemplares que ocorreu recentemente em Ponte da Barca foi um acto de defesa do ambiente, em que para além de se falar sobre o assunto se passou à acção. Caçadores de Ponte da Barca procederam à limpeza de um dos maiores patrimónios da nossa terra: a floresta. Como também se trata do local que proporciona a estes caçadores os seus momentos de lazer, ficaram reunidas as condições para se por as "mãos à obra". Foi por outro lado impressionante a quantidade de lixo recolhida em várias freguesias concelhias, demonstrando que os barquenses não só poluem o seu ambiente como também têm a mente poluída por ideias erradas acerca de como se devem livrar dos seus resíduos. "Colchões, electrodomésticos, pneus, restos de obras, papéis" foram alguns dos lixos tipicamente encontrados nas nossas matas. Que acções deste tipo sirvam de exemplo para os barquenses começarem a ter mais cuidado com o meio natural onde vivem, e não se livrem dos lixos da forma mais fácil: "espeta-se isso por uma ribanceira abaixo e já está". Caso não saibam existem ecocentros que devem ser solicitados para a recolha de resíduos que não podem ir para os contentores e ecopontos públicos.

Aqui fica a foto dos caçadores que prestaram este exemplo de cidadania.


sinto-me: elogios!

talhado por o barqueiro às 08:26
link do post | botar farpas (=comentar) | favorito

barqueiro
pesquisar
 
Março 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
10
11
12
13

14
15
16
17
18
19
20

22
23
24
25
26
27

28
29
30
31


barcalhoadas recentes

Saga "Palhaçadas" continu...

Maravilhas naturais, turi...

Palhaçadas de Carnaval

Menino Jesus vs Pai Natal

Reunião(ões) da(s) Jarra(...

O "Vosso" executivo e o 3...

Um executivo empregador

Gripe Ai!, não faça o "ra...

Fugir de homossexuais: el...

"Pai" Barqueiro e os pres...

Terminou o forrobodó! Mai...

Dossier Autárquicas 2009 ...

Dossier Autárquicas 2009 ...

Novela de Verão: "Meu S.B...

Dossier Autárquicas 2009

Vassalo "Summer Sessions"

O destaque de sempre: Lim...

A "Nata" Barquense

A Fórmula Cultura+Turismo

A "Colmeia" das "Abelhinh...

Barquenses votaram Europa...

Certame político-religios...

"Novo Rumo" com "velhos" ...

Política passeando pelas ...

Bitaitadas frescas

Mais um ano com os livros

De Ponte da Barca a Lisbo...

Pontes da decadência

Diácono de Lindoso ajoelh...

Viva a liberdade, e o iní...

todas as barcalhoadas já assistidas

Março 2010

Fevereiro 2010

Dezembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

tags

todas as tags

subscrever feeds