Sábado, 26 de Dezembro de 2009
Menino Jesus vs Pai Natal

Menino Jesus vs Pai Natal

 

O Pai Natal há muito que não recebia tanta "luta" por parte do Menino Jesus. Recentemente temos visto a tentativa de invasão das fachadas das habitações pelos denominados "estandartes" com o Menino Jesus. Na imprensa temos tido a oportunidade de ver ou ler membros da Igreja alertando a população para os verdadeiros valores de Natal que se estão a perder, o que de facto é verdade... não fosse o facto de também puxarem a "brasa à sua sardinha" quando acusam, de certa forma, o Pai Natal de tirar protagonismo simbólico e histórico ao Menino Jesus. É que o Pai Natal hoje é muito mais rentável à actividade económica do Natal, disso ninguém tem dúvidas... mas também é o Pai Natal que enche de sonhos, fantasia e alegria as crianças, e até os adultos quando se lembram desses tempos de menino. A opinião do barqueiro é que cada uma das personagens tem o seu "canto", não precisam que andem às turras por cada um deles: o Menino Jesus está no presépio, e por isso o seu valor histórico, pois é por causa desse facto misto de histórico com religioso que existe o Natal; o Pai Natal permite às crianças sonhar com um homem que cultiva o carinho e a paz, presenteando as crianças quando na noite de Natal desce pelas chaminés.

E já agora ficam aqui um pouco das verdadeiras bases históricas da festividade do Natal e do Pai Natal.

 

 

 

 

 

Depois de um parágrafo tão comovente, ficam as imagens de como as coisas, apesar de correrem bem ao Pai Natal, não correram assim tão bem ao clero. O resultado foi um cardeal com fractura e um Papa talvez esmurrado: a demonstrar como a osteoporose é um problema nas idades destes profissionais.

 

 

 

 


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talhado por o barqueiro às 20:20
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Reunião(ões) da(s) Jarra(s)

Reunião(ões) da(s) Jarra(s)

 

E depois das eleições e da noite dos festejos, onde a palavra "trabalho" é algo que nem lembra, restam as tomadas de posse e a distribuição dos cargos, pelouros ou "poleiros", consoante o contexto de análise. E é nessas cerimónias que pela primeira vez a classe política vencedora do sufrágio tem que pensar em "trabalho" (se é que realmente pensa). Deixou-se para trás os dias de discursos de vitória fervorosos e de silenciamento dos perdedores pela língua afiada da "boysada" à espera da "esmola" dos eleitos. Iniciam-se os 4 anos de mandato dos eleitos na Autárquicas de forma calma e serena, talvez à espera dos dias mais politicamente activos dos últimos 2 anos de mandato, período esse em que os políticos conhecem as caras de quem vão ter que disputar as próximas eleições.

É essa a Mecânica da política local, a não ser que o barqueiro esteja completamente errado. Demonstrações de humildade opinativa à parte, e eleitos que estão os políticos, seguiram-se as Reuniões de Tomada de Posse. Tendo em conta os muitos pelouros para apenas 4 pessoas, o "Método da Jarra" seria o ideal. Resta saber se foi o escolhido pelos vereadores presentes...

 

 

 

Outro aspecto que se apraz dizer acerca do mundo das Tomadas de Posse, é que no caso da autarquia barquense em particular, tínhamos 7 cabeças de políticos, 16 pelouros e em hipótese uma jarra com os papeizinhos para o sorteio dos ditos pelouros. Mas as injustiças, como em tudo na vida, também existem na distribuição dos pelouros: Vassalo Abreu, com direito a tirar 6 papeizinhos, é de todos os vereadores aquele que se pode chamar um "mouro de trabalho". Não é que não esteja habituado a ter tantos pelouros, ele até agradece ser a "star" da Vereação. Logo a seguir surge o habitué que é José Pontes, com 4 pelouros. A seguir surgem Aida Boalhosa e Ricardo Armada com direito a tirar da "jarra" 3 pelouros. Neste particular, Ricardo Armada tem que acumular a sua profissão com o esses 3 pelouros, enquanto que Aida Boalhosa, a tempo inteiro, tem o mesmo número de pelouros... o que é compreensível, tendo em conta ser nova nestas andanças, e sobretudo ter o pelouro do Turismo, que Vassalo diz que é grande aposta, e ainda mais o atarefadíssimo pelouro dos Recursos Humanos, tendo em conta o recente mapa de pessoal que prevê mais de 100 novos funcionários (isto fora os pedidos de emprego que caem e cairão no "centro de emprego" que a Câmara se tornou). Quem ficou a ver os papeizinhos a saírem da jarra foram os 3 vereadores da oposição, que como habitualmente não ocupam nenhum pelouro, até porque na espécie política, os elementos dominantes da "manada" ficam com os melhores recursos do seu grupo. Não é que os "não dominates" não tenham já bons recursos, como lá pela zona de Condes da Folgosa... assim Augusto Marinho e Cia vão ter que mostrar alguma coisinha, se querem um dia dominar a "manada".

Muitas piadas poderiam ser feitas acerca da Tomada de Posse da Câmara Municipal... Mas assim se tomou Posse, e se distribuíram "pelouros"!...

 

 


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O "Vosso" executivo e o 3 mosqueteiros laranjas: início de mais um mandato local

O "Vosso" executivo e o 3 mosqueteiros laranjas

Início de mais um mandato local

 

Mais um mandato, mais ocupação para os políticos locais... E é curioso verificar como nestes poucos meses de actividade os políticos locais se andam a ocupar.

 

No PS existe uma diversidade "étnica" nunca antes vista, com CDS-PP à cabeça e uns pozinhos de BE, vamos lá ver o que isto vai dar! Na Barca o mais provável é que... não dê nada, e o estado de "paz de alma" seja dominante. É aquilo a que se chama "canibalismo" político: numa aliança os partidos, ainda que coligados, mantêm alguma da base ideológica que mais os distingue... naquela "coisa" que há na Autarquia barquense o PS do poder "comeu" membros de outros partidos, que tiveram todo o gosto em ser "comidos": o CDS-PP barquense de uma assentada só, e um BE que apesar de pouco representado lá foi também. Conclusão: passaram a ser aquilo que alguns populares dizem ser "farinha do mesmo saco", e não uma coligação política.

Falando em específico do início deste mandato, tendo Vassalo e seus discípulos tomado posse na Autarquia, decidiram também eles ir ver como se "toma posse" pelas terras de Ponte da Barca. E lá vinha a comitiva de Vassalo, ou apenas o próprio, em mais que uma edição de cada um dos jornais locais, ensinando aos "rookies" da política como se toma posse nessa divisão inferior da política local que são as Juntas de Freguesia. É a experiência da 1ª divisão local a chegar aos escalões de formação de políticos, as juntas. E por essas terras, Vassalo teve o prazer de ficar na fotografia de "gloriosos" momentos da política local, como a tomada de posse da lista do PS na Junta de Vila Nova de Muía, onde aparece mais festivo que o próprio novo Presidente de Junta, José Cerqueira, dando-lhe a provar da "taça da vitória"!

 

 

 

Mas não só de festejos se fizeram as Tomada de Posse locais. Também de solenes momentos de reconhecimento de ex-líderes se fizeram. Como na freguesia de Bravães, em que Alberto Cerqueira foi eleito o "Melhor Presidente de Junta do Concelho" do anterior mandato, pelos votos consensuais de Pedro Silva, o sucessor na Junta da freguesia, e de Vassalo Abreu.

 

 

 

Deixando de parte esses frenéticos dias de Tomadas de Posse, o executivo camarário iniciou o trabalho, e é muito, pelo que se pode ver para já nos 2 jornais locais. Nunca foram emitidas tantas notícias e comunicados pelo Gabinete de Imprensa da Câmara Municipal como nestas últimas edições desses jornais. Aumenta-se ao trabalho e poupa-se em papel brilhante para impressão dos Boletins/Revistas Autárquicos. Por outro lado, este novo executivo tem-se entregue de mãos abertas à população barquense. Não se está a falar dos empregos que serão dados em 2010 pela Autarquia, mas sim de que Vassalo passou do slogan "O nosso presidente" durante as eleições para uma versão ainda mais "dada" de "O vosso presidente", como escreve no final da carta publicada de Boas Festas.

 

Pelo meio há que fazer referência à CDU, dando sinais que existe.  Revelou a degradação mais que visível num bairro social da vila. No meio da maré de Tomadas de Posse, do anúncio de uma maré de empregos na câmara que está para chegar, e de um PSD algo perdido, a CDU dá uma lufada de ar fresco denunciando os problemas dos barquenses onde eles existem. Como já anteriormente se escreveu neste blog, é a única força política com bases ideológicas em Ponte da Barca, em que cada membro sabe o que é ser pertencente ao associativismo político dos princípios que segue; no fundo, que não sabem o que é ser "troca camisas". Têm é sofrido de estagnação e apatia. A ver vamos se esta denúncia, com direito a capa de jornal, é algum sinal de vitalidade política, ou não passou apenas de algo fugaz.

 

Passando para os "laranjas", podem gabar-se de não ser a salada de frutas partidária que o PS do actual executivo é. Mas as diferenças não são assim tão grandes: por um lado o PS é um tutti-frutti de "bananas" com "pêssegos" e "tomates", e o PSD também pode ser chamado de "tutti-futti"... mas de "laranjas podres" com "laranjas bolorentas" e algumas "laranjas frescas" lá pelo meio. O que se quer dizer é que o rumo do PSD após a derrota ficou indefinido, continuando à frente velhas caras, de uma "receita" que ainda por cima foi reprovada... No meio dessas "laranjas" fora de prazo para um PSD que se quer como partido de oposição, os vereadores novos têm surpreendido... resta saber se é para continuar... Não é que os "novatos", os "3 mosqueteiros", até escreveram um artigo nos jornais de "Balanço de Actividades" dos primeiros meses de vereação?!... em que revelam que a Câmara Municipal se irá tornar basicamente um "centro de emprego", com mais de 100 novas admissões, estando 114 contratações previstas no plano de 2010. Revelaram ainda que pedindo várias informações, por exemplo referentes a pessoal empregado na Câmara, Vassalo e seus "discípulos" disseram: "Solicitai essas informações por escrito"...

E assim vai o PSD barquense, de uns vereadores a quererem dar sinais de trabalho e seriedade nos primeiros tempos de um longo mandato que ainda está apenas no início, de uma liderança do PSD que não se sabe de onde veio e para onde vai, e de um líder da JSD que já chegou a Conselheiro Nacional dos "laranjinhas", até porque muitos "laranjinhas" ainda não têm idade para se guiar sozinhos e necessitam de conselhos...

 

 


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Um executivo empregador

Um executivo empregador

 

Não chegando os cerca de 250 actuais funcionários camarários, os membros do executivo, e ainda mais os assessores e outros postos que não se sabe bem o que servem, foi divulgado que o plano de contratações da câmara prevê 114 novos postos de trabalho para o ano de 2010. Juntam-se ainda a colaboração da câmara com a Junta de freguesia de Ponte da Barca para garantir uns 30 postos de trabalho, e ainda, talvez, postos de trabalho que irão vir conforme as "necessidades" e que não estarão oficialmente previstas. Esta é das épocas em que na gerência política local mais se fala de "postos de trabalho", o que realmente é estranho... Não é que o barqueiro esteja a pensar na velha piada: "Postos de Trabalho? Não será antes postos de emprego?". É que num momento da situação económica em que se ouve falar da necessidade de empreendedorismo e de incentivo às empresas, as "nano, mini, micro", para criar emprego e riqueza, os governantes não hesitaram e meteram eles próprios as mãos ao "trabalho", no sentido literal da palavras: é a própria câmara a criar postos para todos! A atitude dos governantes está no fundo a ser comparável ao concerto de chapa um carro, que fica até bem bonito, mas que tem o motor cada vez mais doente (que sofisticada comparação...). Neste caso o "motor", o dinheiro público, há muito que está a ser esticado para além das suas capacidades: está gripado! Será mais um belo contributo no país para não criar riqueza, mas sim para estourar à brava a riqueza criada pelo menos por alguns de nós...

 

 

 

Não serão este tipo de empregos que farão Ponte da Barca ou qualquer outra terra desenvolver economicamente. Disso deverão saber os políticos locais. Talvez seja o "populismo" que fala mais alto. Desta forma a câmara municipal torna-se dos poucos, ou únicos grandes empregadores do concelho.

É triste passar pela mente de alguns barquenses, que vêm algum mal nisto, o triste cenário de uma Ponte da Barca estagnada, em que a câmara é que dá cada vez mais empregos, o povo agradece as "cunhas" e os empregos, e o concelho fica para trás... mas ao menos ficam todos felizes. É a receita do "populismo".

 

Louvados sejais, Fundos Públicos!




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Gripe Ai!, não faça o "rastreio"

Gripe Ai!, não faça o "rastreio"

 

Fica aqui um bocadinho de serviço público do blog (para não dizerem que só existe para dizer "mal"): barquense, se está no grupo de vacinação para a Gripe A, faça o favor de se proteger a si e aos outros levando a piquinha...

 

E já agora não se enterrem ao comprido fazendo o "rastreio":

 

 

 

 


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Fugir de homossexuais: eles querem comervos!

Fugir de homossexuais: eles querem comervos!

 

Foram finalmente lançadas as bases para que os homossexuais deste país tenham a liberdade de escolher que vida afectiva querem ter. No fundo foi-lhes dada apenas agora, imagine-se, a liberdade de amar! E é disso afinal que se pode discutir acerca desse tema, para alguns tema polémico. Deste blog as palmas para a Assembleia da República.

 

 

 

"Não é que agora os homens se podem casar com homens e mulheres com mulheres?!" "E ainda por cima vão agora lutar pelo direito à adopção!" É mesmo isto, sr. barquense, aquilo de que se fala. E talvez sejam essas as expressões que foram e são usadas por alguns exemplares da cultura mais ou menos "tradicional". Basta para isso abrir um dos últimos "Notícias da Barca", onde segundo um opinador existem "Calculismos que se podem pagar caro", como por exemplo "a aberração do designado casamento homossexual", segundo as suas próprias palavras. Assim vamos nesta terra, onde provavelmente, segundo apenas a opinião do barqueiro, o referendo não traria nada de novo neste capítulo. 

 


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