Domingo, 5 de Outubro de 2008
Política à mesa: aperitivos

Política à mesa: aperitivos

 

Depois do "petisco" político que a ressurreição de Cabral de Oliveira e dos seus novos discípulos nos proporcionou, é nesta fase do ano, e do mandato, que se servem os "aperitivos". Durante este mandato fomos "petiscando" aqui e ali uns episódios políticos, mas é agora que se começam a servir os "aperitivos", duma "refeição" que terá o seu "prato principal" aquando da campanha eleitoral, até ao momento de depositar o boletim na urna.

Enquanto os "aperitivos" vão começando a ser servidos, os barquenses vão esperando pela aguardada carta de "vinhos" (sim, porque se comparasse figuras mais envelhecidas desta "nova" política local a comida, seria a "comida podre", e o barqueiro não quer entrar por caminhos ainda mais fedorentos). 

Alguns desses aperitivos forma apresentados já em dois locais distintos do concelho: Sampriz e Bravães, só para abrir o apetite.

Comecemos por Sampriz, onde se serviu um "aperitivo" mais requintado, ou formal, se quiser. Foi a inauguração do Centro Cívico e do Brasão daquela freguesia. Velho show político, a inauguração de obras públicas teve o seu expoente máximo aquando das últimas e míticas eleições de Alberto João Jardim, na Madeira. Trata-se de um "aperitivo" clássico, a que nenhum político renuncia. Dá-se, no entanto, o benefício da dúvida, tendo em conta a fase em que ainda estamos, e o facto da câmara, e Vassalo Abreu em particular, até ter pautado as inaugurações de infra-estruturas em freguesias pela regularidade ao longo do mandato, em abono da verdade.

No entanto, tendo em conta a actual "conjuntura", a inauguração em Sampriz poderá ter sido de facto um "aperitivo". Até porque começam a surgir aparições políticas, neste particular do PS, em vários eventos populares em algumas freguesias. Começou recentemente em Bravães, com um convívio oficialmente apoiado pela Câmara Municipal, onde se conjugaram actividades desportivas, com missa e "comes e bebes". Congestão? Não... Fomento de popularidade... Brevemente surgirão mais eventos, nos quais se poderá a vir acrescentar folclore, mais uma actividade que faltou em Bravães, mas que também dá muito jeito neste género de "aperitivos". Brevemente teremos "folclores", ou "aperitivos", muito provavelmente não só da parte do PS...

 


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Domingo, 11 de Maio de 2008
Importante personalidade presente no Domingo Gastronómico da Posta Barrosã

 

Importante personalidade presente no Domingo Gastronómico da Posta Barrosã

 

 

Algumas das figuras presentes em mais um Fim de Semana Gastronómico (19 e 20 de Abril) foram, como é hábito, os políticos da terra. Aliás é já há muito conhecida esta “queda” da classe política para o “prato” e para o “copo”. Vassalo Abreu voltou mais uma vez, na reunião da Câmara Municipal, a destacar o sucesso de mais um destes eventos gastronómicos, desta vez dedicado não só à Posta Barrosã como também ao animal que a todos oferece esta iguaria. Retratos dos gostos e paladares dos políticos à parte, o presidente da Câmara referiu a “presença de gado de muita qualidade” no concurso pecuário que decorreu. Este blog confirma os elevados níveis de qualidade deste fim de semana, ao ponto de divulgar em primeira mão que uma importante este presente. Trata-se de uma senhora, e foi eleita não “miss”, mas “Misse” barrosã, segundo a imprensa local.

 

 

O dono do animal vencedor foi Joaquim Gonçalves, de Cabeceiras de Basto, e segundo o orgulhoso proprietário, há 4 anos que “tira prémios em todos os lados”. Compreensível, até porque se nota, pelas fotografias, que o animal barrosão tem uma exitência mais complexa e estimulante que muitas das personalidades, essas sim, “autóctones” deste nosso concelho. Os parabéns à vencedora e vencedor. Enquanto Ponte da Barca for tão bem frequentada, por personalidades com este tipo de presença e importância, não vamos mal, não.

 


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Sábado, 12 de Abril de 2008
Dá-me o poleiro já!
Dá-me o poleiro já!!!

Também em Ponte da Barca tem havido faltas de respeito, não só em relação aos professores, como a todos os outros barquenses que tenham outra qualquer profissão. É verdade, ainda estamos a 1 ano, ou coisa parecida,  da próxima época de meter cruzes nos quadradinhos, e eles, os interessados, já andam aí no "peditório". E o pior é que falta 1 ano! Em vez de andarem "no terreno" durante os 4 anos, só "sujam as mãos" quando as veneradas eleições estão à porta. Mais uma vez o povo está a ser por eles "temperado", para nas eleições ser "comido até aos ossos", e no fim "jogam-se os ossos no lixo". É o costume, o povinho apesar de admitir que são sempre iguais, lá chegam às eleições e votam em algum desses "iguais". A ambiência política faz "o povo", habituado a ser comodista, esquecer que o boletim de voto pode ser deixado por preencher, ou pelo menos que existem forças políticas alternativas, a quem raramente é dada confiança.
Depois destas divagações iniciais, falemos do concreto. A nova comissão política de "Messias" Cabral vem para o jornal indignar-se. "Indignar-se" é uma actividade que este líder partidário certamente terá descoberto com a entrada deste novo ano de 2008, e certamente lhe terá dado gozo ao ponto de em poucos meses se "indignar" vezes suficientes para compensar o resto dos anos em que esteve "desaparecido" da lide política.
Se quiser ver alguém que também pratica "indignação", pode ver:



Desta vez, não é o actual executivo que é opressor de opiniões, a "mordaça", como ele já referiu. O problema agora é que os "tiranetes", que Rosa Arezes fez questão de chamar a membros do poder actual, estão a praticar "despesismo" e "luxo disparatado", a propósito das obras no antigo Tribunal que se irá tornar Câmara Municipal ("indignação" no "Notícias da Barca"). Enfim, os políticos gostam de "comodidade" nos locais onde dizem que trabalham! Mas há algo de estranho: se se estão a fazer locais de trabalho luxuosos, porque é que a nova comissão se queixa? Não são eles que também almejam chegar à presidência? Logo, se conseguirem, ficarão "bem instalados", não?! Já Olinda Barbosa não se irá sentar nos novos sofás da nova Câmara. O membro do partido que tem mantido actividade mais regular ao longo de todo, e repita-se, todo este mandato, como se pede a um político, foi "atirada para os porcos". Candidatos? Só os praticantes de "trabalho útil", ou seja, os que trabalham quando as eleições estão aí, pois é isso que realmente é "útil".
Do lado do PS não tardarão provavelmente também a virem para o jornal sessões de sedução do eleitorado. Aliás, o líder da "Juventude Socialista Virtual",  José Amaral, em mais "Notas Relevantes", vem dizer "(...) o actual executivo camarário merecerá (mau seria se assim não fosse) novamente a confiança dos barquenses (...)". "Não pá, ninguém pensa nisso! Perder?! Não passa pela cabeça de ninguém!" seriam palavras do barquense persuadido com sucesso. A eleição da comissão política deste lado da "barricada" foi marcada para 11 de Abril. Veremos o que daqui irá sair.
Pelos deliciosos apelidos dos membros actuais do PS, "tiranetes", dados pela "mulher de barba rija" Rosa Arezes, podemos desde já concluir, que mesmo com este atraso de entrada em cena em pleno do PS, a política barquense já estar no patamar em que mais gosta de estar: na "lama", juntamente "com os porcos".

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Domingo, 30 de Março de 2008
“Mesmo mesmo animal só conheço o Homem”

“Mesmo mesmo animal só conheço o Homem”


“Mesmo mesmo animal só conheço o Homem”, foi esta a frase que serviu de título ao último artigo de André Duarte sobre os direitos dos animais, no último “O Povo da Barca”. E de facto, foi durante estes últimos jornais regionais que se pode comprovar tal afirmação. Há momentos em que para além de ser animal, o Homem se comporta de forma realmente animalesca. É algo que lhe está na essência. E nesta época que começa a ser “quente” na politiquice do costume, vêm à cena o regresso do “desaparecido” Cabral de Oliveira e o prazo urgente do actual executivo para por em prática os grandes projectos prometidos. São estes “os meus pretextos de hoje”, como diria Manuel Soares.

 

Foi na tomada de posse da Comissão Política “nova” (para quem já se esqueceu que os senhores da lista já há tempos que andam a “chafurdar” na política), que Cabral de Oliveira fez mais um hino à forma mais típica e fácil de fazer política. Tal como António Rocha já disse, a política faz muitas vezes com o ataque ao adversário, tentando deitá-lo abaixo, deixá-lo estendido no chão. Mas a política existe para servir as pessoas, e não para adversários políticos entrarem em ataques uns aos outros para ver quem sobrevive. Às pessoas isso pouco importa. Querem-se soluções. Fica daqui a sugestão do barqueiro aos políticos da terra: se querem “lutar” e “guerrilhar” com os adversários, combinem um “mano a mano” e não chateiem os eleitores com ataques uns aos outros. È gozar com o povo. Pois é tudo isto que o PSD de Ponte da Barca tem feito, agora com Cabral “ao leme”. Começam exactamente por fazer o contrário do que se pedia a uma oposição que se tem que afirmar como solução para os problemas actualmente não resolvidos da terra: entretêm-se a “guerrilhar” contra o poder actual, a dizer que já no passado foram melhores. Os discursos da tomada de posse da nova comissão foram tudo isto: uma “arraial” de política de “guerrilha”, fazer dos presentes e do povo “palhões”. Cabral disse que com o actual poder político se vive “um clima de mordaça, de chantagem, de intimidação, de medo.” Primeiro: alguém da especialidade de psicologia ou psiquiatria que faça ver a este Clínico Geral que não é um “capitão de Abril”, no qual patologicamente está convencido que é. Cabral disse que “o PSD tem claramente as pessoas mais habilitadas e a experiência e o saber do caminho percorrido”. Segundo: o “saber” que dizem ter pode ter um lado perigoso, na medida em que podem tornar uma força de controlo sobre as populações, o novo “Big Brother”, quando afirmam conhecem as 25 freguesias e “pelo seu nome a esmagadora maioria das pessoas e grande parte dos seus problemas”. A cereja no topo do bolo foi Rosa Arezes ter afirmado coisas como “continuo a acreditar (…) na difícil e nobre arte da política, como lhe chamou o Concílio Vaticano II” e chamar “tiranetes” a actuais figuras do poder político. A questão dos “tiranetes” já terá ficado explicada atrás. A questão do “Vaticano II” e política misturada, não deve ser lá muito boa. Portugal é um país laico, mas infelizmente políticos como estes ainda manifestam o tradicional conservadorismo português. Fechemos o “dossier PSD” com a frase proferida por Cabral de Oliveira, que se auto elogiou como “cidadão e como homem que, durante vários anos, deu o melhor das suas energias em prol do desenvolvimento do Concelho.”. Poderá pensar-se então que ele fez tudo de bom nos mandatos que o PSD e ele tiveram, e que apenas em 3 anos de governação deste actual executivo, foi desfeita a sua obra e encontrámo-nos na actual situação de paupérrimo desenvolvimento! Se já o vimos a dar o máximo das suas energias e nunca houve sinais de desenvolvimento e de boa política, então estamos mesmo mal!   

 

Passando ao “dossier PS”, o actual executivo começa a dar alguns sinais de que os projectos começam a avançar. Finalmente arrancaram o Centro de Dia de Cuide Vila Verde e da Creche de Oleiros. Finalmente alguma preocupação social no concelho, especialmente com os idosos que actualmente de pendem da doação de boas “maquias” para poderem estar num lar, com as condições que merecem. Para além destes sinais positivos começarem a aparecer, não se perdeu o ritmo político da “promessa”, e para além de outros projectos que ainda se falta ver a arrancar, prometidos para este ano, o PS brindou o povo com mais uma “dose” de promessas: Lar de Idosos em Lavradas e Entre Ambos – os – Rios ainda este ano. Iremos ver (esperemos que não) se tanta promessa agendada para este ano não “encharcou” a máquina camarária ao ponto de a “gripar”. Assistimos ainda à recente entrevista (no “O Povo da Barca”) de José Manuel Amorim, o presidente da Associação Social e Cultural dos “Amigos de Ponte da Barca”, que irá ter o seu momento mais importante da sua existência com a construção das obras que agora se iniciaram, referidas atrás. Para introduzirmos a questão central, convém relembrar alguns pontos importantes, não esquecendo que esta Câmara, está agora a dar alguns sinais, ainda muito fraquinhos, mas está. Poderá ser por as eleições estarem próximas? Até pode ser, mas dá-se o “desconto” de esta espera desde o início do mandato ter sido um período de “arrumação da casa”, por se tratar do primeiro mandato dos actuais rostos. O ponto mais importante é que a desconfiança política está longe de ter sido combatida por este executivo, particularmente na velha questão política dos “jobs for the boys”, ou seja, a tipicamente portuguesa “cunha”. É esta a oportunidade de provarem que realmente são diferentes: com as obras que se iniciam, postos de trabalho vão ser criados, e é o derradeiro teste perante o povo barquense de lhes fazerem ver que são políticos diferentes, possuidores da “seriedade” que vão apregoando aos barquenses. Acabando com os lugares e postos previamente atribuídos, poderiam merecer o maior elogio, não só do barqueiro, como de todos os barquenses (ou quase). Seriam um exemplo para Portugal. E o barqueiro está agora a pensar: Sonha, sonha, que assim vais longe! Se funcionar como sempre funcionou, já há muito que os lugares, ainda na fase virtual, estarão atribuídos. O início já por si é comprometedor. Elementos actuais do executivo PS faziam parte do “antigo” CDS – PP, inclusive este presidente dos “Amigos da Barca”. Houve a aliança mais improvável de imaginar noutro qualquer sítio: PS e PP. Acabou-se o partido da direita propriamente dito, e hoje são todos “socialistas”. É de rir. Já por aí começou a cheirar a “panelada”. Na entrevista do tal José Amorim, antigo líder do PP, foi proferido que “Os novos equipamentos sociais vêm dar resposta a uma necessidade da população”. Fica o grande receio do barqueiro de não só “darem resposta a uma necessidade da população”, como darem resposta a “necessidades” dos detentores da “varinha” do poder.


 


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Segunda-feira, 17 de Março de 2008
Os Mandamentos do BE (que nunca são cumpridos)

Os Mandamentos do BE (que nunca são cumpridos)


 

António Rocha, do Bloco de Esquerda, publicou um artigo nos últimos jornais rico em conteúdo útil (coisa rara!). Afinal, algumas coisas se vão aproveitando dos políticos da terra. E para todos aqueles que agora infringem os “Mandamentos” do BE (de certeza que saberão quem), aqui fica a lembrança para que possam ao menos “disfarçar” a ânsia da “Pia” que agora todos vão começando a querer (é uma das semelhanças entre humanos e os porcos).

 

 

Uma “intervenção cívica responsável” pauta-se “por uma atitude de exigência connosco e com os outros, de respeito pelas instituições e regras democráticas”.

 

 

“Num combate político respeitam-se as regras democráticas e os adversários políticos, que lutam por um objectivo comum – o progresso das populações que representam.” “Numa guerra política não há regras e o principal objectivo é destruir o inimigo.”

 

 

“Nenhuma sociedade se desenvolve (…) sem que os diversos agentes (políticos e sociais) conjuguem esforços para o desenvolvimento colectivo.”

 

 

“O povo elege representantes para os órgãos democráticos, não elege líderes partidários, nem comentadores.”

 

 

“Um concelho com tantos problemas precisa do contributo de todos. Não precisa, é, destas velhas e intermináveis guerras políticas.”

 


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Quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008
A Guerra dos Politiqueiros

A Guerra dos Politiqueiros


Quem não viu os anteriores 2 episódios desta escaldante, mas maçadora “guerra”, entre o misterioso regressado, apesar de velho na política, Cabral de Oliveira e o vereador e vice-presidente da Câmara Municipal José Pontes pode sempre ir aos anteriores posts deste blog, em http://nadasobreabarca.blogs.sapo.pt/tag/vandalismo+pol%C3%ADtico e http://nadasobreabarca.blogs.sapo.pt/tag/piscinas+municipais. O que nos trás por cá hoje são apenas as respostas previsíveis e de qualidade habitual dos rostos políticos de Ponte da Barca, que ao contrário do vinho do Porto, quanto mais velhos mais “podres”. Desta última vez foi a vez de Cabral de Oliveira responder a José Pontes. Resumindo: Cabral de Oliveira vem “atirar à cara” de José Pontes eventuais escarros de gestão autárquica do actual executivo, como resposta aos eventuais escarros que Cabral de Oliveira cometeu publicados por José Pontes, acusações essas que José Pontes usou como resposta ao artigo de “ressurreição” de Cabral de Oliveira denunciando um eventual actual ambiente de “mordaça” política em Ponte da Barca. E assim vamos com grandes níveis de qualidade politiqueira em Ponte da Barca, sendo nos campos do “bairrismo”, “vandalismo” e “entretenimento” políticos que os nossos políticos se sentem mais “desinibidos”: são os seus habitats naturais.

Em conclusão, podemos aplicar uma frase do próprio Cabral de Oliveira a si mesmo, a José Pontes, e a muitos mais políticos que nos têm habituado a espectáculos do tipo: “(…) entrando na ofensa pessoal e no insulto gratuito. Trata-se de uma reacção que não me surpreende, vinda de quem vem.”.



 


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