Domingo, 20 de Janeiro de 2008
Novo sacerdote “entregue” ao destinatário

Novo sacerdote “entregue” ao destinatário


A freguesia de Bravães mais uma vez não deixou ficar “mal” o nosso concelho em termos de imagem de terra de gentes que se matem agarrada às tradições e ao modelo de católico que muitos portugueses felizmente não chegaram a viver. Trata-se da mediática questão de uma nova geração de sacerdotes do concelho que está aí a brotar, que fez Bravães e o concelho ocupar-se com acontecimentos populares e notícias na imprensa desde o Verão de 2007. Depois dos anteriores episódios das ordenações sacerdotais e de toda a “máquina” popular em sua volta (tudo em http://nadasobreabarca.blogs.sapo.pt/23222.html, http://nadasobreabarca.blogs.sapo.pt/27732.html, http://nadasobreabarca.blogs.sapo.pt/24178.html, http://nadasobreabarca.blogs.sapo.pt/30442.html), o barqueiro e muitos outros barquenses pensariam que os episódios protagonizados pelas gentes que querem acompanhar o novo padre da dita freguesia tinham acabado. Puro engano! A fase de “estágio” de um sacerdote, como é o caso do novo padre em questão, Jorge Silva, é morosa, complicada e sobretudo muito importante para a população, ou pelo menos parte dela.

O novo “episódio” desta “série” teve lugar no passado 6 de Janeiro, com a deslocação de conterrâneos que se deslocaram desde Bravães para assistirem à tomada de posse, se é assim que se poderá chamar, do novo padre em questão por terras de Monção. Pelas poucas informações publicadas, parece que a “entrega” deste sacerdote ao “destinatário” pelas pessoas que o acompanharam foi um sucesso, tendo tudo corrido dentro da normalidade antes, durante e depois do processo de “transporte”.




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Segunda-feira, 31 de Dezembro de 2007
O Regresso das Bençãos das Carrinhas
Nossa Senhora lhes dê a mão, e juízo também!
O Regresso das Bênçãos das Carrinhas, em Bravães


Foi na freguesia de Bravães que se deu o regresso da bênção das carrinhas. Já há muito que não se assistia a cerimónias destas. Tais bênçãos, proporcionaram memoráveis episódios neste blog das rubricas das "Bênçãos das Carrinhas".  Se assistiu aos primeiros tempos deste blog já se deve recordar (afinal os últimos episódios só foram há 5 meses). Se não assistiu a esses episódios deste insignificante blog, pode sempre ir aos links no fim deste artigo.

Curiosamente, o último episódio registado neste blog deste fenómeno de bênçãos tinha ocorrido na freguesia vizinha de Lavradas a 22 de Junho. A freguesia vizinha de Bravães não se ficou atrás, e no passado dia 13 de Dezembro teve não só direito a uma carrinha, sempre útil para as freguesias do concelho, como, ainda mais importante, a uma "Bênção de Carrinha". O acontecimento ocorreu integrado nos festejos natalícios da escola do 1º ciclo, contribuindo, como todas as bênçãos de carrinhas, para a alegria das pessoas presentes, e neste caso, também de todas as crianças presentes. Contudo, nem tudo é um mar de rosas em Bravães, nem mesmo com esta bênção. Segundo o que se poderá entender pela imprensa regional, Bravães é uma freguesia muito necessitada de apoios e condições, podendo estar a afectar as suas gentes no domínio social. Isto porque, segundo o "Notícias da Barca", Alberto Cerqueira, o presidente de junta da freguesia, disse que "o Pai Natal finalmente ouviu a nossa vontade expressa desde há muitos anos". Acrescente-se ainda o facto do almoço da festa da dita escola ter sido "presenteado pelos pais dos alunos, onde todos contribuíram com algo de comer e beber para o almoço". Para além de toda a mística envolvente a uma cerimónia como uma bênção de carrinha, em que se envolve política com religião, e desta vez educação, há, portanto, que alertar o presidente de Câmara. Poder-se-á pedir a Vassalo Abreu, que em vez de mostrar querer ajudar o padre na cerimónia (como parece na foto), que retire trabalho ao Pai Natal em satisfazer os desejos dos presidentes de junta, e que dê mais de "comer e beber" às suas gentes.


Falando com mais seriedade, o presidente de Câmara tem-se portado bem em equipar as freguesias com estas carrinhas, mas neste caso quem se portou mal foi o presidente de junta de Bravães ao confundi-lo com o Pai Natal. Mais uma vez vêm ao de cima semelhanças entre freguesias vizinhas, pois o presidente de junta de Lavradas também já fez o mesmo na Assembleia Municipal em "Espírito Natalício invade Assembleia Municipal (http://nadasobreabarca.blogs.sapo.pt/39968.html)".

 

 

http://nadasobreabarca.blogs.sapo.pt/20850.html

http://nadasobreabarca.blogs.sapo.pt/20278.html

http://nadasobreabarca.blogs.sapo.pt/13830.html

http://nadasobreabarca.blogs.sapo.pt/4295.html

 


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Domingo, 28 de Outubro de 2007
Barca: terra santa do minho

Barca: terra santa do minho

Depois de tantos episódios de "Mais um servo de Deus em Ponte da Barca" (se ainda não viu, veja a lista de anteriores artigos deste blog), a nossa imprensa, em final de mês de Outubro ainda nos brinda com artigos sobre os novos padres do concelho, assunto já mais que tratado durante o mês de Agosto e Setembro. Desta última (esperemos) vez, foi no "Notícias da Barca" por M.C. Soares, tocando mais uma vez no assunto da ordenação de Jorge Silva da freguesia de Bravães. Depois de "beijarem os pés" aos seus superiores durante a ordenação (ao que dá a entender pelas fotos divulgadas), o que mais serão capazes de fazer estes novos padres que são ordenados por estas terras? Muitos padres recém ordenados por esse país fora têm-se queixado de falta de condições dada pelos seus paroquianos! É verdade! Os padres estão cada vez mais exigentes, como é o caso do seguinte testemunho dado pelo padre Ezequiel, no vídeo que se segue:

 

No jornal "O Povo da Barca", Luís Arezes vem também tocar nos assuntos religiosos destas terras. Vem chamar a atenção para o esquecimento dos 100 anos da Santinha da Barca. No seu artigo são dadas muitas informações acerca desta santa barquense, que em 1906 é tornada "santinha" após ter sido descoberto que o seu corpo se encontrava "direitinho" após 12 anos de "residência" no seu jazigo. O seu corpo perdura até hoje, após ter sido posteriormente conservado com recurso a "cal e ácido". Seu verdadeiro nome, de pessoa comum da sociedade daquela época, era Utelinda do Nascimento Barbosa. Com certeza que esta "santinha" é um marco na história das crenças religiosas do nosso concelho. Mas o que é que era esta "santinha" na realidade? Era, no fundo, uma mulher que pelo facto de não ter apodrecido normalmente enterrada na terra após a sua morte se tornou santa segundo as crenças locais. Mas que é isto? "Banha da cobra"? E a quem a vendeu e a tornou lenda durante esses precoces anos do século XX, o povo também poderia insultar da forma como costuma fazer a impostores: "Os senhores são mas é uns grandes filhos de Deus, pá!"... "E santinhas na Barca também há muitas!".

 

 


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Domingo, 14 de Outubro de 2007
A "posta barrosã" e os presidentes de junta

Presidentes de Junta de Ponte da Barca e Bravães andam-se a fazer à "posta barrosã"?

Ao que temos visto nos últimos jornais, "Notícias da Barca" e "O Povo da Barca", os Presidentes de Junta de Ponte da Barca, Jorge Coutinho, e de Bravães, Alberto Cerqueira, têm andado simpatiquíssimos para com o executivo camarário e para com o seu presidente, Vassalo Abreu. Foi na Assembleia Municipal de 4 de Setembro e antecedentes, e agora na imprensa local com artigos dedicados à Câmara e sua "maravilhosa" gestão. Não é um juízo de valor, apenas é o resumo daquilo que estes presidentes de junta têm dito. Os assuntos recentes da Assembleia Municipal têm-se focado na alienação dos terrenos do Rodo em Vila Nova de Muía e na discussão de projectos ora necessários mas que tardam em arrancar, como é o caso do Complexo Desportivo e Pólo Industrial, ora ridículos e sem o mínimo de consciência, como o caso da ponte sobre o Lima em Lavradas para ligar ao IC 28. Enfim, e a vida da política barquense lá vai andando, com o Bloco de Esquerda a ser o partido mais pequenito mas que ainda vai tendo uma convicção marcada e insistente de estar sempre a alertar para a necessária aposta no turismo. E no meio de tudo isto lá têm estado os presidentes de junta destas duas freguesias a dizer que a Câmara Municipal só tem acções de "servir as populações e promover Ponte da Barca" e que tem estado "num rumo de desenvolvimento". As já "muito produtivas" assembleias municipais têm agora sido usadas por estas figuras para serem ocupadas com o elogio gratuito, sempre pronto a "sair do forno". E, à parte de tudo isto, existe um ditado popular, já que estes presidentes elogiam muito o saber popular da nossa terra, que diz que quando a "esmola é grande o santo desconfia". Pode parecer que são os únicos presidentes de junta do PS no concelho, mas não são, e têm sido uns constantes habituers dos elogios durante as assembleias municipais deste mandato.

O presidente de junta de freguesia de Bravães chega ao ponto de nos seus recentes de artigos de grande elogio nos jornais locais jogar uma das maiores cartadas, daquelas que só se jogam em "ultíssimo" recurso,  para demonstrar a grandeza desta Câmara Municipal:

 

"Gostamos todos de ver as nossas festas a serem divulgadas por todo o país e logo no programa TV regiões. Não foi por acaso que cá estiveram".

 

Parabéns! A Barca chegou ao TV Regiões! Depois disto, o melhor que ainda pode acontecer, pelo menos para estas opiniões, só ganhar as próximas eleições e festejar com uma boa jantarada com a boa "posta barrosã".

 

 

                                  

 

 


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Domingo, 30 de Setembro de 2007
Mais um servo de Deus em Ponte da Barca - episódio III

Mais um servo de Deus em Ponte da Barca - episódio III

Depois dos anteriores episódios deste blog acerca deste novo evangelizador de terras barquenses, o povo da freguesia de origem deste jovem, Bravães, fez uma festa de "Missa-Nova". Esta festa que permitiu ao jovem padre Jorge Silva iniciar o seu "estágio" de pastor tornou o dia 19 de Agosto "um dia de radiante alegria e pleno de felicidade para toda a população", segundo o jornal.

O que de facto se passou de interessante nesta festa e que ficou registado foi o beijo... é verdade... o beijo da política ao novo padre. No mínimo estranho para quem começa o celibato. Mas pronto, o que faz falta é boa disposição, e nisso esta festa foi muito rica certamente, a julgar apenas por esta foto... o resto só quem lá esteve presente poderá guardar para a posteridade.


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Terça-feira, 21 de Agosto de 2007
Desrespeito pelo património

Falta de cultura leva a faltas de respeito pelo património

   

Recentemente assistimos no "Notícias da Barca" a uma troca de palavras entre M. C. Soares e Alípio Pereira. É triste que pessoas se zanguem por causa de algo tão nobre e importante para o concelho como é a Igreja do Mosteiro de Bravães. Ainda mais triste é o facto de alguém que não é da freguesia de Bravães, como é M. C. Soares, venha alertar numa edição anterior do referido jornal para a falta de acompanhamento e informação dos turistas que visitam esse monumento de Bravães e a Igreja Matriz, e venha o senhor Alípio Pereira na edição seguinte quase insultar M. C. Soares para defender a igreja que pelas palavras será da sua freguesia. É também verdade que o senhor M. C. Soares não se deveria ter alongado tanto na resposta a Alípio Pereira, tornando-se muito extenso. Mas a verdade essencial está do lado de M. C. Soares: os nossos monumentos, como são a Igreja de Bravães e a Igreja Matriz mereceriam uma muito maior atenção das entidades políticas do concelho: os turistas actualmente deparam-se apenas com as paredes e beleza dos monumentos, mas com poucos meios que os permitam seguir as suas visitas.

Numa outra freguesia, em Vade S. Tomé, uma coisa muito mais grave poderá acontecer. Depois do alerta de António Pestana Raposo acerca das intenções de destruir o vestígio de uma antiga via romana e seus muros para fazer obras numa via de acesso na freguesia, o presidente de junta Joaquim Silva Lopes vem reponder em tom de "chico esperto". Se não se lembra dessa denúncia pode ir ver o comentário já publicado neste blog em http://nadasobreabarca.blogs.sapo.pt/22279.html. Alguns desses argumentos que permitem classificar desta forma o comentário nos jornais deste presidente de junta são:

"1º - Este senhor esquece-se que esta obra é a ligação interior do lugar de Paredes ao lugar da Mouta"

"2º - Não é de modo algum benefício de pessoa singular mas sim de interesse público."

Claro, o arranjo de um caminho da freguesia sobrepõe-se ao valor do património histórico, marco no tempo da cultura de outrora. Senhor presidente, lembra-se de Foz Coa? Era uma barragem de interesse fundamental para esse concelho inteiro e não fui para a frente? Quer que um caminho destrua um pequeno mas simbólico vestígio da ocupação Romana?

"3º - É verdade que há um muro em mau estado, e outro ruiu na estrada da Mouta, mas esse senhor não diz nada que a queda do muro se deve a um desaterro que ele próprio fez à revelia da Câmara Municipal."

Claro, vamos lá descobrir os "podres" de quem se quer acusar, para ele perder toda a credibilidade - agora já se pode deitar os muros romanos ao chão.

"4º - E muito mais teria a dizer mas fico por aqui. O senhor Engº meta a mão na consciência..."

 

Este 4º ponto é no mínimo genial. "Muito mais teria a dizer..." é um bom argumento para alargar o tal caminho...

 

Como se não chagasse ainda revela uma certa estupidez ao dizer que se surpreende "que uns simples muros de vedação, ainda por cima tem as juntas feitas com cimento, se possam chamar de muros Romanos, mas enfim eram Romanos evoluídos." Senhor presidente, olhe para a estrada romana junto à rua Trás do Forno na vila e veja lá as tampas do saneamento. Não é por causa disso que não deixa de ser Romana. Perdeu foi parte do valor que posssuiria se fosse preservada, tal como provavelmente acontece com esses muros dos "Romanos evoluídos". O facto de ambas as estradas não serem preservadas deve-se ao simples facto de quem governa as nossas terras não ter visão, cultura ou o que quiserem mais chamar.

Na opinião deste insignificante blog, o IPPAR deve ser chamado para avaliar de facto e objectivamente esta situação, de forma a orientar da melhor forma este problema.


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