Domingo, 27 de Abril de 2008
Nova Ambulância para Bombeiros: mais espectáculo que a gente gosta!

Nova Ambulância para Bombeiros: mais espectáculo que a gente gosta!


Mais uma viatura, mais uma cerimónia! E é assim que em Portugal e em Ponte da Barca se passam as coisas. Os bombeiros Voluntários, em crise, e com meios que não abundam, recebem uma nova Ambulância. Até aí tudo de bom! Como não poderia deixar de ser, com personalidades à mistura e com a bênção da Igreja, numa data em que se celebra os 34 anos de Estado laico, com liberdade religiosa e sem crença religiosa oficial. A tudo isto se mistura mais uma homenagem ao falecido Dr. Carneiro, numa entrega de ambulância. Uma ambulância, segundo a imprensa, com “particular dedicação” ao Dr. Carneiro, que já fora presidente dos Bombeiros, e cuja bênção fora apadrinhada pela viúva Susana Carneiro.

Após os episódios de bênçãos de carrinhas para as freguesias, mais uma vez Ponte da Barca não nos deixa ficar mal… pelo menos em matéria de número cerimónias por unidade de tempo e de espaço.

Mais uma cerimónia. Mais uma bênção. Mais um retrato de Portugal. Mais uma missão cumprida para o barqueiro.


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Domingo, 30 de Março de 2008
“Mesmo mesmo animal só conheço o Homem”

“Mesmo mesmo animal só conheço o Homem”


“Mesmo mesmo animal só conheço o Homem”, foi esta a frase que serviu de título ao último artigo de André Duarte sobre os direitos dos animais, no último “O Povo da Barca”. E de facto, foi durante estes últimos jornais regionais que se pode comprovar tal afirmação. Há momentos em que para além de ser animal, o Homem se comporta de forma realmente animalesca. É algo que lhe está na essência. E nesta época que começa a ser “quente” na politiquice do costume, vêm à cena o regresso do “desaparecido” Cabral de Oliveira e o prazo urgente do actual executivo para por em prática os grandes projectos prometidos. São estes “os meus pretextos de hoje”, como diria Manuel Soares.

 

Foi na tomada de posse da Comissão Política “nova” (para quem já se esqueceu que os senhores da lista já há tempos que andam a “chafurdar” na política), que Cabral de Oliveira fez mais um hino à forma mais típica e fácil de fazer política. Tal como António Rocha já disse, a política faz muitas vezes com o ataque ao adversário, tentando deitá-lo abaixo, deixá-lo estendido no chão. Mas a política existe para servir as pessoas, e não para adversários políticos entrarem em ataques uns aos outros para ver quem sobrevive. Às pessoas isso pouco importa. Querem-se soluções. Fica daqui a sugestão do barqueiro aos políticos da terra: se querem “lutar” e “guerrilhar” com os adversários, combinem um “mano a mano” e não chateiem os eleitores com ataques uns aos outros. È gozar com o povo. Pois é tudo isto que o PSD de Ponte da Barca tem feito, agora com Cabral “ao leme”. Começam exactamente por fazer o contrário do que se pedia a uma oposição que se tem que afirmar como solução para os problemas actualmente não resolvidos da terra: entretêm-se a “guerrilhar” contra o poder actual, a dizer que já no passado foram melhores. Os discursos da tomada de posse da nova comissão foram tudo isto: uma “arraial” de política de “guerrilha”, fazer dos presentes e do povo “palhões”. Cabral disse que com o actual poder político se vive “um clima de mordaça, de chantagem, de intimidação, de medo.” Primeiro: alguém da especialidade de psicologia ou psiquiatria que faça ver a este Clínico Geral que não é um “capitão de Abril”, no qual patologicamente está convencido que é. Cabral disse que “o PSD tem claramente as pessoas mais habilitadas e a experiência e o saber do caminho percorrido”. Segundo: o “saber” que dizem ter pode ter um lado perigoso, na medida em que podem tornar uma força de controlo sobre as populações, o novo “Big Brother”, quando afirmam conhecem as 25 freguesias e “pelo seu nome a esmagadora maioria das pessoas e grande parte dos seus problemas”. A cereja no topo do bolo foi Rosa Arezes ter afirmado coisas como “continuo a acreditar (…) na difícil e nobre arte da política, como lhe chamou o Concílio Vaticano II” e chamar “tiranetes” a actuais figuras do poder político. A questão dos “tiranetes” já terá ficado explicada atrás. A questão do “Vaticano II” e política misturada, não deve ser lá muito boa. Portugal é um país laico, mas infelizmente políticos como estes ainda manifestam o tradicional conservadorismo português. Fechemos o “dossier PSD” com a frase proferida por Cabral de Oliveira, que se auto elogiou como “cidadão e como homem que, durante vários anos, deu o melhor das suas energias em prol do desenvolvimento do Concelho.”. Poderá pensar-se então que ele fez tudo de bom nos mandatos que o PSD e ele tiveram, e que apenas em 3 anos de governação deste actual executivo, foi desfeita a sua obra e encontrámo-nos na actual situação de paupérrimo desenvolvimento! Se já o vimos a dar o máximo das suas energias e nunca houve sinais de desenvolvimento e de boa política, então estamos mesmo mal!   

 

Passando ao “dossier PS”, o actual executivo começa a dar alguns sinais de que os projectos começam a avançar. Finalmente arrancaram o Centro de Dia de Cuide Vila Verde e da Creche de Oleiros. Finalmente alguma preocupação social no concelho, especialmente com os idosos que actualmente de pendem da doação de boas “maquias” para poderem estar num lar, com as condições que merecem. Para além destes sinais positivos começarem a aparecer, não se perdeu o ritmo político da “promessa”, e para além de outros projectos que ainda se falta ver a arrancar, prometidos para este ano, o PS brindou o povo com mais uma “dose” de promessas: Lar de Idosos em Lavradas e Entre Ambos – os – Rios ainda este ano. Iremos ver (esperemos que não) se tanta promessa agendada para este ano não “encharcou” a máquina camarária ao ponto de a “gripar”. Assistimos ainda à recente entrevista (no “O Povo da Barca”) de José Manuel Amorim, o presidente da Associação Social e Cultural dos “Amigos de Ponte da Barca”, que irá ter o seu momento mais importante da sua existência com a construção das obras que agora se iniciaram, referidas atrás. Para introduzirmos a questão central, convém relembrar alguns pontos importantes, não esquecendo que esta Câmara, está agora a dar alguns sinais, ainda muito fraquinhos, mas está. Poderá ser por as eleições estarem próximas? Até pode ser, mas dá-se o “desconto” de esta espera desde o início do mandato ter sido um período de “arrumação da casa”, por se tratar do primeiro mandato dos actuais rostos. O ponto mais importante é que a desconfiança política está longe de ter sido combatida por este executivo, particularmente na velha questão política dos “jobs for the boys”, ou seja, a tipicamente portuguesa “cunha”. É esta a oportunidade de provarem que realmente são diferentes: com as obras que se iniciam, postos de trabalho vão ser criados, e é o derradeiro teste perante o povo barquense de lhes fazerem ver que são políticos diferentes, possuidores da “seriedade” que vão apregoando aos barquenses. Acabando com os lugares e postos previamente atribuídos, poderiam merecer o maior elogio, não só do barqueiro, como de todos os barquenses (ou quase). Seriam um exemplo para Portugal. E o barqueiro está agora a pensar: Sonha, sonha, que assim vais longe! Se funcionar como sempre funcionou, já há muito que os lugares, ainda na fase virtual, estarão atribuídos. O início já por si é comprometedor. Elementos actuais do executivo PS faziam parte do “antigo” CDS – PP, inclusive este presidente dos “Amigos da Barca”. Houve a aliança mais improvável de imaginar noutro qualquer sítio: PS e PP. Acabou-se o partido da direita propriamente dito, e hoje são todos “socialistas”. É de rir. Já por aí começou a cheirar a “panelada”. Na entrevista do tal José Amorim, antigo líder do PP, foi proferido que “Os novos equipamentos sociais vêm dar resposta a uma necessidade da população”. Fica o grande receio do barqueiro de não só “darem resposta a uma necessidade da população”, como darem resposta a “necessidades” dos detentores da “varinha” do poder.


 


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Quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008
“Conversas do Além” em Ponte da Barca

“Conversas do Além” em Ponte da Barca


Nos últimos tempos temos assistido ao apogeu das crenças do além em Ponte da Barca. Os fenómenos “paranormais” são especialidade de muitas pessoas do nosso concelho, e muitas regem as suas linhas de vida com decisões feitas nessa base. Todo esse mundo mágico que se supõe próprio da Idade Média passou para as páginas de jornal. Nas últimas edições temos assistido, ou melhor, lido, diálogos entre mãe e filho, típicos da mais profunda e retrógrada igreja católica, que muitos julgam desaparecida. Mas existe, e esse facto faz-nos penar acerca das razões de todo o “atraso” típico do Portugal remoto. Temos assim uma nova rubrica que poderia muito bem ser chamada de “Conversas do Além”, ou algo do género, como o título de um programa televisivo de há uns anos.

 

Ficam aqui alguns aperitivos do que se tem passado no “Notícias da Barca”: para rir, caso se tratem de almas pecadoras e demoníacas como a do barqueiro, ou para aumentar ainda mais o “medo” e a “senilidade” dos barquenses que recorrem frequentemente a bruxas e bruxos, seus aspirantes ou seus mestres.

 

(os excertos começam pela voz da mãe, à qual o filho vai respondendo)

 

 

“(…) Meu Deus, quantas confissões e comunhões sacrilejas já nas crianças, e quanta corrupção!

A mãezinha não vai dizer nada do que lhe disse, pois não?

Não digo, meu filho; mas tu vais prometer que nunca mais irás para aquela casa, nem acompanharás com eles, nem com outros que sejam como eles.

Mãezinha, prometo!

Dá cá um beijo por teres fugido ao pecado, e resistido à tentação.”

 

E o barqueiro pergunta: que pecado e tentação terá presenciado o filho “santinho” da “mãezinha”?

 

“Meu filho, Nossa Senhora não se zanga com ninguém. É Mãe!

Pois, sim; mas eu fiz também um pecado…

Que foi?

Foi um pecado muito grande. Faltei à Missa no Domingo passado.

Porque faltaste?

Foi para ficar a brincar com outros rapazes.

(…)

Mas, filho, logo que possas, vais-te confessar. E foge de todo o pecado, que só pelo fogo há-de ser castigado, ou purificado.

Mãe, estou a pensar nas Alminhas do Purgatório. Quanto devem também sofrer.

E certamente temos lá pessoas da nossa família. (…) E elas, dias e noites, anos e anos, a pedir-nos para termos pena delas, porque só as nossas orações é que as podem aliviar, e tirar de lá.”

 

E o barqueiro pergunta: Quem se comportou com naturalidade e de acordo com a saúde mental normal para um ser humano: o “puto” que gosta de brincar com os amigos, ou a mãe que faz crer ao filho que pecou ao brincar com eles, não indo à missa nem rezando pelas “alminhas”?

 

 

Conclusão: o barqueiro dirige daqui os seus elogios a todos os leitores que conseguiram ler e chegar ao final deste post. Parabéns por conseguir ter desperdiçado o seu tempo a ler estas coisas!

 


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Domingo, 20 de Janeiro de 2008
Novo sacerdote “entregue” ao destinatário

Novo sacerdote “entregue” ao destinatário


A freguesia de Bravães mais uma vez não deixou ficar “mal” o nosso concelho em termos de imagem de terra de gentes que se matem agarrada às tradições e ao modelo de católico que muitos portugueses felizmente não chegaram a viver. Trata-se da mediática questão de uma nova geração de sacerdotes do concelho que está aí a brotar, que fez Bravães e o concelho ocupar-se com acontecimentos populares e notícias na imprensa desde o Verão de 2007. Depois dos anteriores episódios das ordenações sacerdotais e de toda a “máquina” popular em sua volta (tudo em http://nadasobreabarca.blogs.sapo.pt/23222.html, http://nadasobreabarca.blogs.sapo.pt/27732.html, http://nadasobreabarca.blogs.sapo.pt/24178.html, http://nadasobreabarca.blogs.sapo.pt/30442.html), o barqueiro e muitos outros barquenses pensariam que os episódios protagonizados pelas gentes que querem acompanhar o novo padre da dita freguesia tinham acabado. Puro engano! A fase de “estágio” de um sacerdote, como é o caso do novo padre em questão, Jorge Silva, é morosa, complicada e sobretudo muito importante para a população, ou pelo menos parte dela.

O novo “episódio” desta “série” teve lugar no passado 6 de Janeiro, com a deslocação de conterrâneos que se deslocaram desde Bravães para assistirem à tomada de posse, se é assim que se poderá chamar, do novo padre em questão por terras de Monção. Pelas poucas informações publicadas, parece que a “entrega” deste sacerdote ao “destinatário” pelas pessoas que o acompanharam foi um sucesso, tendo tudo corrido dentro da normalidade antes, durante e depois do processo de “transporte”.




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Domingo, 9 de Dezembro de 2007
A casa mais indesejada de Vila Nova de Muía

A casa mais indesejada de Vila Nova de Muía

 

 

Foi noticiado na imprensa regional, por Manuel Cerqueira Alves, mais um dos belos assuntos de confrarias e “fabriqueiras” da nossa terra. Mas não confunda: não é o habitual comentador e “especialista” em eventos religiosos, Manuel Cerqueira Soares que escreve. Este também é Manuel Cerqueira, mas é Alves. Esclarecidas estas confusões, passemos ao assunto propriamente dito. Começa, no referido artigo noticioso, por nos ser contada a história de uma “casinha” na qual era em tempos do “antigamente” que “aos acompanhantes dos funerais se servia uma fatia de pão e um copo de vinho; e, aos homens que transportavam a urna, a mesma ementa mais o tradicional bacalhau frito.” Às gerações mais recentes, e às mais antigas que mais reflectem, poderá parecer caricato, mas acontecia mesmo! Hoje, esta casa, é, após restauro, e segundo palavras do escritor, “uma óptima Capela”. O problema é que, segundo as palavras do mesmo andam a “incutir na cabeça dos vilanovenses que a Capela mortuária era demasiado pequena e sem as mínimas condições.” E desta forma vive-se em Vila Nova de Muía a polémica de haver pessoas que não querem ir para a Capela mortuária, apesar da sua utilidade ser receber os mortos. É de facto hilariante, e o barqueiro está de pleno acordo com o autor do artigo. Tantas freguesias sem casa mortuária, e esta, que a tem, dá-se ao luxo de haver pessoas que não a querem usar. E é mesmo “darem-se ao luxo”, pois segundo palavras do próprio autor do artigo “a capela tem luxuosas casas de banho e tem trinta metros quadrados”. E acrescenta: “Será que quando as pessoas depositavam os seus familiares nas suas residências o faziam numa divisão com área superior a esta?”. Fica aqui o apelo ao povo desta freguesia para usarem uma Capela mortuária que muitas freguesias não têm, e ainda por cima espaçosa. Se não se convencem que é grande, vejam neste vídeo o que o grande espaço até permite fazer.

 

 



A morte é um assunto que ainda faz correr muita tinta nas discussões paroquianas. Desde os tempos em que se faziam manifestações complexas da complexidade da psicologia humana, como os “prantos” e as “comezainas” no funeral (com bacalhau!), até à actualidade como a do nosso concelho, em que se discutem as condições do lugar que recebe os “mortos”, e que ainda por cima não se têm eles próprios queixado das condições de recepção enquanto mortos (que é para eles que o lugar é destinado). Enfim, complexidades dos funerais do mundo religioso e interiorizado, nos quais há demasiadas preocupações com aparências, por vezes poucas com os mortos, e que no fim de contas muitos dos que comparecem aos funerais gostariam de acabar como antigamente: a petiscar e a conviver. Senão vejam o vídeo.


 


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Domingo, 4 de Novembro de 2007
proposta melhor apoio social

Proposta para um melhor apoio social no concelho

Para não dizerem que é "só deitar a baixo"

Depois de uma breve revisão pela actualidade barquense na imprensa regional, deparamo-nos com uma ilustre celebração: o Dia da Misericórdia. Como sempre, tudo o que envolve a instituição da Santa Casa da Misericórdia tem um toque de classe, perfeição e nobreza. É uma instituição, que ao contrário de todas as outras, usufrui de todas estas e ainda mais características exemplares, que lhe permitirão ser um caso de excepção no que toca às opiniões das várias figuras da política e sociedade em geral, estando imune a críticas ou apontamentos menos bons. Aliás, nas edições jornalísticas em que foi destacado o assunto do Dia da Misericórdia, algumas figuras políticas deram continuação ao tipo de ilustres e nobres comentários a que essa instituição já está habituada, dentro do nosso concelho. Mas, nos tempos que correm, já não se basta ser nobre para se ser imune aos problemas, e António Bouças reafirmou mais uma vez as dificuldades financeiras da Santa Casa de Ponte da Barca.

 

Por outro lado vemos, em “O Povo da Barca”, que existe um caso de sucesso no que ao aspecto financeiro diz respeito em Ponte da Barca: a Capela de S. Bartolomeu. Após o balanço deste ano, o “cofre” desta capela amealhou, após todas as despesas, um total de 8. 737 €. O saldo até é maior que o do ano passado, e atendendo a que as despesas têm sido poucas relativamente ao total amealhado, este dinheiro fica ali, no “cofre” de S. Bartolomeu, sem o santo saber o que lhe fazer.

A proposta deste blog é que se faça uma parceria entre a lucrativa capela de S. Bartolomeu e a Santa Casa de Ponte da Barca. E para quê? Para que o lucro anual da “capelinha” ajude a melhorar a situação da Santa Casa da Misericórdia… mas não para ajudar a melhorar as finanças da instituição, como estará a pensar. Como este blog não tem tradição de fazer bonitos discursos acerca da “nobre” instituição da Santa Casa, como todas as figuras do concelho gostam de fazer, o dinheiro da capelinha poderia sim ser doado como ajuda àquelas famílias que se têm queixado nos jornais, para que as suas carências sociais e de saúde pudessem ser atendidas pelos serviços desta “mui nobre” instituição. Pois é! É que os protestos que algumas famílias já fizeram nos jornais não deveriam fazer ninguém esquecer que, ao contrário do que as personalidades da Santa Casa dizem, o maior problema não são os “problemas financeiros” ou a “empregabilidade”. Os maiores problemas que a instituição deveria tentar combater eram a infeliz necessidade de cada uma dessas famílias e de cada um de nós ter que ter poder económico para se poder usufruir da prestação de cuidados de saúde e sociais dignos e de uma velhice com qualidade e bem estar. São realidades que deveriam ser preocupação inclusive a nível nacional. E quanto à capelinha de S. Bartolomeu, ela é o exemplo de que até um pequeno local de culto religioso consegue grandes lucros, e o espelho de que uma das maiores indústrias existentes é a Igreja Católica.

 


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