Domingo, 7 de Dezembro de 2008
Neste Natal sirvam-se "poios"

Neste Natal sirvam-se "poios"

 

Vejamos a carta de "poios" por ordem cronológica.

Comecemos pelos executivos do actual presidente da comissão política do PSD de Ponte da Barca, Cabral de Oliveira.

Saiu uma decisão do Supremo Tribunal Administrativo, que certamente não passou despercebida aos olhos dos leitores da imprensa local. O tribunal deu razão a Paulo Pimenta, actual membro do executivo PS no poder. Este caso tem início na denúncia de ilegalidades por parte de membros do PS, à altura na oposição, em que Cabral de Oliveira e companhia licenciaram ilicitamente o empreendimento da Construbarca, Lda., o Edifício Afonso III.

Ao que parece terão havido favorecimentos à referida imprensa, ou, por palavras bonitas dos políticos do PS, "interlocutora privilegiada".

O quê?! Favorecimentos a empresas de construção na atribuição e licenciamento de obras?! Estamos todos espantados, não estamos... Estas são das tais coisas que o cidadão comum sabe há muito, mas os tribunais demoram, e muito, a perceber. Quem não conhecia a dupla Afonso & Cabral?

Mais engraçado, depois desta introdução, foi ouvir um membro da família Esteves dizer nas Quintas na Barca de 13 de Novembro (por coicidência uma família em tempos braço direito de Cabral) que "Fala-se muito em apoios, mas para as pequenas empresas não há apoios, é só jogos de lobbies.".

 

Os tempos passaram, e Cabral "luta" hoje novamente por um assento no poder do seu partido. Com que cara um exemplo de corrupção diz que quer novamente o poder? Com a cara que sempre teve, como é óbvio... E a justiça, dá este senhor como culpado, e não há castigo para quem faz asneiras?

 

Serviram-se neste esquema alguns "poios" de betão, como já sabíamos, e ficou provado... Só é pena estarmos habituados à justiça do "fizeste asneira, agora não fazes outra vez, pois não? Vai lá à tua vidinha, vai...".

 

Depois veio aquele, "poio", que o barqueiro se apercebeu primeiro que os políticos que lá estavam, pelos quais esses assuntos passam primeiro pelas mãos, como é óbvio. E assim neste executivo se continuam a espalhar "poios" de betão. Em que circunstâncias? Ninguém sabe, só os próprios involvidos saberão. O que o se sabe é que continuam a ser "poios", e bem grandes!

 

 

 

 

E agora veio mais um "poio", que de tão escarrado que é "fede" a todos os que atravessam a vila. E quem é ele!? Sá Taqueiro... Está a fazer sentido? Claro! É mesmo o "poio" à porta do pão quente da Doce Lima! Como é possível um "poio" numa zona histórica; um monstro que ainda se dá ao luxo de crescer em altura!?

É de facto fantástica a capacidade de discutir PDMs em bonitas conferências às Quintas à noite! E ainda mais fantástica é a capacidade que os políticos que têm passado pela Ponte da Barca até hoje cagarem/ deixarem cagar em todas as esquinas!!!

Um dias destes ainda há-de surgir uma oficina auto numa marquise... E como diz José de Pina, "depois não digam que não vos avisei!"

 


sinto-me:

talhado por o barqueiro às 01:44
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barqueiro
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