Domingo, 28 de Dezembro de 2008
Lavradas pede, Vassalo faz por isso, secretário de estado dá (?)

Lavradas pede, Vassalo faz por isso, secretário de estado dá (?)

 

Foi na manhã de 18 de Dezembro que Lino Ventura, presidente da Junta de Lavradas, era "um homem feliz", como vem referido na imprensa local.

Vassalo prometeu obras para Lavradas, Lino Ventura não esqueceu, Vassalo andou durante este mandato "para trás e para a frente", atarefado para trazer cá à vila alguém que convencesse Lino Ventura que de facto ia ter uma ponte sobre o rio Lima em Lavradas. Passou a ser um homem "só" feliz, isto porque para ser "muito" feliz é preciso fossas sumideiras, umas estradas, um polidesportivo, e mais umas quantas coisas, como ainda não se esqueceu...

O concurso foi lançado, para uma ponte de 1Km de comprimento e 7 milhões de euros de custo. A conclusão está prevista para 2011, sendo a adjudicação feita até o 2º trimestre de 2009. Uma obra grandiosa?! Não deverá ter surpreendido um presidente que está tão acustumado a pedir, que nunca está acomodado com aquilo que tem, como se viu pelos pedidos que agora faz para além da ponte, esse supostamente já concretizado.

Que fique no entanto claro que o barqueiro não tem nada contra Lavradas! Só que investir 7 milhões de euros para tamanha obra rodoviária, para servir tamanha falta de população, ou algo que o justifique?! Lavradas  a poucos Km da vila, e talvez a 10 de Ponte de Lima... Toda a margem sul do rio Lima entre Ponte da Barca e Ponte de Lima com freguesias pequenas do ponto de vista populacional, sem nenhuma zona de considerável desenvolvimento industrial, como parace ser um dos "falsos argumentos". Quantas pessoas se serviriam da ponte para ir para o parque industrial na outra margem do rio? Até porque só serviriam praticamente para esse parque... E essa quantidade de pessoas justifica 7 milhões de euros? Não é que não sejam pessoas importantes... Só que parece que 7 milhões de euros é algo que não é necessário para mais nada senão acessos rodoviários! Algo tipicamente português: o investimento em estradas, muitas vezes pararalelas, e que têm que ir a tudo o que é sítio, nunca sendo suficientes... Não haverá algo mais prioritário em Portugal, e neste particular no nosso concelho, onde se possa investir 7 milhões de euros?!

 

 

À parte de tuda esta reflexão, o que interessa é que os "depósitos gastronómicos" do secretário de estado e de Daniel Campelo ficaram bem abastecidos no "sítio do costume": restaurante "O Moinho".

Será que Vassalo Abreu terá conseguido com esta manobra fazer de Lino Ventura o "Daniel Campelo" de Ponte da Barca? Daniel Campelo negociou o seu apoio a António Guterres em troca de umas quantas obras para o Alto-Minho, e Lino Ventura terá conseguido fazer o mesmo com Vassalo Abreu... "Terá", isto porque certezas é o que ainda não há! Por um lado Lino Ventura referiu ao JN que admite a hipótese de se candidatar como independente à Junta de Lavradas se a obra se concretizar. E disse "admite"! Por outro lado, o Governo anunciou recentemente o corte em algumas obras públicas para os próximos tempos, e tendo em conta a baixa importância desta obra no panorama nacional, não irá ficar tudo em "stand-by"? Por outro lado ainda, tendo em conta que a adjudicação da obra ficará, em princípio, feita até o 2º trimestre de 2009, terá Lino Ventura tempo para se certificar que a obra arrancará de facto, antes que decida que candidatura fazer à Junta de Lavradas? Vassalo e Lino lá se entenderão.

Ponte da Barca tem à volta de 12500 eleitores inscritos. Lavradas tem à volta de 950 desses inscritos. Poderá fazer toda a diferença, de facto, para a reeleição de Vassalo, tendo em conta que esta freguesia tem tido sempre mais que 50% de votos para o PSD... Começou a ÉPOCA DE CAÇA!


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Domingo, 25 de Maio de 2008
Olhos mais abertos para Fátima

Olhos mais abertos para Fátima

 

Depois de mais um período de peregrinações ao Santuário do Mundo, com os festejos de 13 de Maio, este blog pretende apenas fazer algumas considerações em jeito de rescaldo. As conclusões ficam para os leitores...

Em primeiro lugar é de referir o esforço dos peregrinos. Quilómetros a fio, desgastando-se fisicamente em busca de um conforto psicológico. Propõe-se uma análise numa outra perspectiva. Aquilo que os fiéis têm que pagar para andar a pé. Para se esfolarem, e ir cumprir a sua promessa ao santuário, onde gastam uma boas "mocas" dos pobres orçamentos familiares em troca de favores divinos, têm que pagar, como se não basta-se, o percurso que fazem. Só este ano foram mais de 1 milhão de euros pagos pelos grupos organizados, de modo a garantirem apoio logístico na marcação de refeições e dormidas, assistência médica, transporte de bagagem e oferta de alguns alimentos.

Em segundo lugar há que referir que a maioria das pessoas que se deslocam têm baixo nível de vida proporcionado por baixos rendimentos. "Ah! A gasolina está cara!" "Não se pode comprar nada!". No santuário de Fátima pode-se comprar tudo, isto porque apesar do dinheiro ser pouco, há sempre de sobra para comprar promessas. Troca-se, por exemplo, notas gordas de 50€  por um favor à Virgem. E quando se diz este valor, pode-se dizer bastante mais, como reportagens televisivas testemunharam... Talvez seja do hábito: o português está habituado ao jogo de favores, e porque não pedir também a uma entidade superior, ainda por cima divina?

Em terceiro lugar há que referir o destino destas maquias. Numa reportagem muito bem conseguida pela SIC, à boca das caixas de esmolas, a maioria dos peregrinos, quando questionados sobre o destino do dinheiro, dizia que não sabia. Quando questionados sobre se gostavam de saber, haviam aqueles que diziam que não lhes importava saber. Alguma coisa anda de errado com estas cabecinhas... As receitas do dia 13 de Maio, dizem alguns, foram para o Darfur. É um bom exemplo da Igreja. Não se percebe muito bem de que forma essa ajuda chegará àquelas pessoas, ainda por cima sabendo das dificuldades de actuação humanitária no terreno naquela região.

Em quarto lugar, se o dinheiro for investido no Darfur, será das maiores ajudas que poderiam ter, uma vez que Fátima é uma autêntica mina de dinheiro. Em donativos recebem quantias como 8,7 milhões € em 2001, 9,9 milhões em 2002, 8,7 milhões em 2003. Os lucros andaram sempre próximos desses mesmos valores, e só em 2004, o pior ano, atingiram 726 mil €, devido à construção da nova igreja. Percebe-se porque D. Saraiva Martins disse que "se o capital é da actividade religiosa não deve ser sujeito a tributação fiscal", após a ameaça fiscal que poderá vir da nova Concordata.

Em quinto e último lugar, refira-se as tristes palavras que António Marto, bispo de Leiria-Fátima, disse, e que infelizmente não mereceram os assobios dos presentes, o que também já por si revela alguma gravidade da actual consciência crítica dos peregrinos. Referia a "não negociabilidade" do casamento entre homem e mulher, ou seja, descriminação das outras opções sexuais, proferiu um discurso de aproximação ao Islão, e ao mesmo tempo discriminou os que nenhuma religião têm, ao considerar preocupante a sua crescente representação, conjuntamente com os "consumistas" (até pareceu considerá-los "farinha do mesmo saco").

Um concelho: Olhos mais abertos precisam-se! Até porque a religião, neste mundo dos vivos, quem a faz são seres humanos, e não as figuras divinas, e por isso há que desconfiar e não tornar verdades indiscutíveis tudo o que lhes sai da boca!

 

 


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Domingo, 20 de Janeiro de 2008
2008 trará mais do mesmo?

2008 trará mais do mesmo?


Esta passagem de ano foi vivida com as expectativas de todas as outras: a esperança de um ano novo melhor que o anterior. Em termos políticos poder-se-á dizer que poderá ser o ano da mudança em Ponte da Barca. Isto é, se tudo o que está previsto no Plano de Desenvolvimento Estratégico e no orçamento para este novo ano se fizer cumprir. Apesar de todas estas expectativas poderem andar pelas cabeças dos barquenses que estão à espera para ver, existirão aqueles que nem saberão sequer destes planos, aqueles que pensam que tudo isto não passarão de promessas, ou seja, uma maneira dos políticos dizerem aquilo que não vão fazer dizendo que vão fazer, e existe ainda um grupo que em vez de fazer o balanço de 2007 fizeram já o balanço de 2008, dando já como concretizados todos estes planos.

Não seguindo a onda destes defensores exagerados do actual executivo, que dão como já concretizados os projectos previstos, o barqueiro também não segue a onda de começar já a dizer que vamos ter mais do mesmo este ano, apesar de o medo pairar. Faz antes a pergunta: 2008 trará mais do mesmo? Tenhamos a esperança que não.

Tenhamos a esperança de que a Câmara Municipal consiga realizar todos os projectos a que se propôs para este 2008, e que consiga atravessar este ano de forma bem sucedida, como o povo de Touvedo S. Lourenço fez ao reviver a tradição da passagem do rio e ao chegar de forma bem sucedida à outra margem do rio Lima.

 


 

Tenhamos a esperança que o fardo das promessas feitas por Vassalo Abreu para 2008 não lhe pese tanto quanto pesam as “medalhas” e o “metal precioso” ostentados ao pescoço pelo Arcebispo Primaz de Braga D. Jorge Ortiga, nas cerimónias de inauguração da biblioteca do centenário do nascimento do Cónego Avelino de Jesus Costa.


 

Tenhamos esperança que a vida pública barquense não se conduza pelas águas da monotonia e estagnação, tal como tem feito Artur Alvarães da “Tribuna Livre” do “Notícias da Barca” ao dar semanas a fio a “habitual pincelada”, como ele próprio designa, desde que foi aprovada a nova Lei do aborto, durante todo este ano de 2007.


 

 

Esperemos que a Câmara Municipal fomente o turismo, como uma das maiores potencialidades de Ponte da Barca, e que não se metam mais “poios” nos postais turísticos de Ponte da Barca, como aquele que, irremediavelmente foi começado a ser “cagado” em 2007.   

 


 

 

 


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Domingo, 9 de Dezembro de 2007
Parque Empresarial para "rebanhos"
Parque Empresarial para meter "rebanhos"

Foi no dia 26 de Novembro que o executivo de Ponte da Barca se reuniu. Até aqui, nada de anormal. A aprovação do Regulamento de Venda do Direito de Propriedade dos Lotes do Loteamento do Parque Empresarial de S. João/ Salvador é o assunto desta semana. Neste aspecto, aí sim, consegue-se vislumbrar a enorme visão dos políticos da nossa terra. Um Parque Empresarial, ou Zona Industrial, como se queira chamar, em S. João e Salvador é um “sonho” prometido desde os tempos do anterior executivo, e por este executivo actual continuado. Aliás, é algo no qual os dois maiores partidos da terra, o PS e a oposição PSD, têm estado em sintonia. O PS inclui na sua lista de obras previstas e o PSD não quer fazer esquecer esse projecto, como nos dá conta um artigo dos últimos meses de Olinda Barbosa. Parques Industriais ou investimentos económicos do tipo é algo que não “medra” em Ponte da Barca. Talvez por isso os políticos da terra têm tido a ideia fixa de instalar um parque industrial em S. João e Salvador para ver se esses terrenos férteis retirados da “zona urbana” de Ponte da Barca conseguem finalmente fazer pegar, nem que seja um “pezinho” de uma “zonasita industrial”. Grande visão, de facto, a dos políticos barquenses. As zonas industriais costumam ser zonas onde só auto-estradas ou outras grandes vias de comunicação, e onde só há poluição e coisas assim. Enfim, coisas do progresso humano, coisas de uma economia que exige grandes lucros empresariais, e para isso progresso e modernização. Sem desprezo ou inferiorização das referidas freguesias, Salvador e S. João são freguesias que “olham” para o Parque Nacional Peneda-Gerês, em pleno cenário rural e natural de Ponte da Barca. Em resumo… só apetece dizer uma coisa aproveitando palavras simples do povo, que é mais sábio do que muitos: “Parque Empresarial nessas paragens nas circunstâncias conhecidas, só para meter rebanhos”. E de facto, se esse Parque Empresarial for dedicado às actividades económicas do pastoreio e da pecuária, aí sim, o barqueiro pede desculpa pela graçola. Nesse caso é bem visto e bem aproveitada a exploração dessas actividades no cenário conhecido… Mas expliquem-se melhor!... Só para não se andar “às aranhas”.

 


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Domingo, 2 de Dezembro de 2007
2008: o início de uma nova era em Ponte da Barca

2008: o início de uma nova era em Ponte da Barca

 



Quem o diz é Vassalo Abreu. O presidente de Câmara do nosso concelho disse na passada reunião do executivo, onde se aprovou o orçamento para 2008, que “o ano de 2008 ficará na história do Concelho, pois nunca em Ponte da Barca se fez tanto em tão pouco tempo.”. “Correrias”: é algo em que este executivo se terá que meter em 2008, pois entrando já na contagem decrescente para as próximas eleições autárquicas, ter-se-á que mostrar obra e fazer tudo aquilo que os barquenses esperam das promessas que foram feitas, muitas delas feitas já há muitos anos pelos vários políticos que “assolaram” Ponte da Barca durante anos. A julgar pela lista de obras que vão ver a “luz do dia” nesse próximo ano, será de facto, e com toda a razão, um ano que ficará na história. Uma pequena lista que impressiona logo à primeira vista: centros educativos de Crasto e de Entre Ambos-os-Rios, Novo Estádio Municipal, Centro de Dia de Cuide Vila Verde, Novo Quartel da GNR, Creche de Oleiros, a Porta do PNPG em Lindoso, a Praça entre o Tribunal e o Centro de Saúde, a Estrada de Nogueira e a Variante de Ligação a Vila Nova de Muía, e ao que parece ainda mais coisas a fazer. É caso para dizer: “boca de rico e carteira de pobre”. A prometer “não são pobres”, vejamos se a executar seguirão o mesmo caminho. E, senhores políticos da terra, compreendam esta desconfiança, pois já há muito que os políticos adquiriram a sua fama junto das populações. Mais um orçamento, mais medidas que se dizem que vão sair do papel, … Repetição de muitas outras cenas já vistas?

 


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Domingo, 25 de Novembro de 2007
Ano novo, estádio novo?
Ano novo, estádio novo?

Atenção! Atenção! Novo Complexo Desportivo Municipal de Ponte da Barca já em Janeiro!... Ou quer dizer, Novo Estádio Municipal!... Ou quer dizer, "novo campo para a prática do futebol de 11"? Numa altura em que uma vaga de progresso, ou quer dizer, de secretários de estado invade Ponte da Barca, assistimos, como já vinha sido comentado neste blog, à inauguração de um campo de futebol e de ténis com relvado sintético junto à zona do rio e das piscinas municipais. Ficou prometido, por Vassalo Abreu e  pelo secretário de Estado do desporto  Laurentino Dias que este novo complexo, campo, ou seja o que for, vai ser uma realidade já para o próximo ano de 2008, sendo o início das obras, segundo o "Notícias da Barca", já em Janeiro.

Mas depois de tantas promessas, anos e anos a fio por todos os políticos que têm passado pelo "poleiro" da nossa "santa terrinha", é bom que o comum barquense faça um ponto de situação e pense um pouco acerca deste assunto que até agora, apesar de tudo, não passou do "papel". É natural que todo o barquense com consciência mantenha um pé atrás. Habituados à política que se pratica na Barca, e um pouco por todo o país, já é normal a desconfiança.

Há anos atrás víamos os dirigentes políticos da Câmara, durante o apogeu de "El Mestre" João Esteves e seus "discípulos", as promessas sucessivas de que estava para breve a construção do Complexo Desportivo no nosso concelho. Nas passadas eleições, víamos esse mesmo "milenar" projecto a ser promessa dos dois principais partidos candidatos. Vassalo e seus seguidores ganharam e o Complexo desportivo parecia algo eminente, chegando talvez alguns ao ponto de pensar que iriam acordar um dia com o estádio tornado realidade. Passadas as euforias inicias das eleições, a "poeira" assentou, e a "poeira" das obras não se veio a levantar. Há poucos meses, numa sessão de Assembleia Municipal Vassalo tenta novamente trazer a esperança do "mítico" complexo desportivo, prometendo as obras de terraplanagem antes do fim deste ano de 2007. Laurentino Dias vem a Ponte da Barca e fica a promessa do arranque das obras, afinal, para o início do próximo ano de 2008. Conclusões:


1. "Prometer" é um verbo desprovido de qualquer significado específico na linguagem política. Trata-se de um "adorno" da linguagem, agora muito usados por quem quer mostrar que fala bonito, como é agora a moda de dizer "portanto" pelo menos 5 vezes em cada frase. "Portanto", passadas, "portanto",  já algumas gerações de políticos barquenses, "portanto", os resultados parecem não ter diferido muito de uns para os outros, "portanto", pelo menos nesta "promessa", "portanto", em específico.

2. Aquilo que se tem "publicitado" nas últimas notícias acerca desta desejada infra - estrutura é que será um ou um "campo" ou um "estádio municipal". O que já vem sido prometido ao longo de "gerações" de políticos é um "complexo desportivo", que nos projectos apresentados já neste executivo incluíam mais do que um campo de futebol, chamando-se por isso "complexo". Em que ficámos? Pode parecer mesquinho, mas o campo sintético inaugurado junto à praia fluvial também é "complexo desportivo", sendo apenas um "campo". É verdade que dá para praticar duas modalidades... mas será por causa disso que é "complexo"? O tempo dirá se as condições necessárias ao futebol de Ponte da Barca se reduziram a um único campo relvado. Pelo que dizem, Janeiro será suficiente para se ver algo, pois o barqueiro não está muito por dentro da concepção de infra - estruturas desportivas.

3. Os responsáveis pelas secções desportivas dos nossos jornais, particularmente o "Notícias da Barca", têm provado que a dita "zona desportiva" faz muita falta! Vejam ao que se tem de chegar para fotografar os jovens desportistas da Associação desportiva de Ponte da Barca... Os destaques semanais dos jovens dos "Infantis" têm sido feitos com fotos dos miúdos num relvado, quando em Ponte da Barca "relvados" só no choupal. Tristemente, as fotos, de jogadores diferentes todas as semanas, aparecem, ao fundo, com a inscrição num muro ou placard dizendo "Sport Clube Vianense". Os jovens, para aparecerem, num "cenário" com boa apresentação têm que aparecer em fotos tiradas no recinto de um outro clube? Se é assim é triste, e demonstrador das condições de Ponte da Barca pelo menos neste domínio.
 


Esperemos que tudo isto que está aqui escrito venha a ser mentira já no início do ano que está à porta. Esperemos que as sucessivas "promessas", ou melhor, "mentiras", que afectam há muitos anos o concelho, se tornem finalmente verdades. Se este cenário não se vier a confirmar nesse prazo, tudo o que aqui está escrito continuará tristemente e mais uma vez a ser a "promessa política" no seu estado mais puro.

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