Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2009
Associação por "desporto"...

Associação por "desporto"...

 

Que a Associação Desportiva de Ponte da Barca há muito que não anda bem, já todos sabem... É um problema que só lá vai com uma reestruturação total da associação, desde as infra estruturas até ao modo como é gerida, como já algumas pessoas tristes e preocupadas com o desporto concelhio referiram.

Os recentes 7-1 sofridos contra a equipa de Paredes de Coura na Distrital Sénior por si só poderiam perfeitamente não significar muito, mas sabendo como as coisas têm corrido ao longo destes recentes anos de actividade, pode ser interpretado como um sintoma de uma "doença" grave. Esta época tem sido mais uma das que tem reflectido a grave e crónica situação que vive. Mudança de treinador por fracos resultados, muitas derrotas e o destino traçado de lutar uma vez mais para não descer à divisão inferior.

Como costuma ser, no futebol quem mais paga os maus resultados são os treinadores. Mas o facto da Associação Desportiva viver ano após ano uma situação penosa como a que está a viver esta época, não fará pensar em modificar os sacrificados? Parece que não... Não seria sensato aos actuais membros da direcção colocar o lugar à disposição, já que a sua fórmula de gestão está mais que provado que não trás resultados? A situação da ADPB é complicada... E será que haveria gente competente para começar uma novo modelo de gestão? E se as há, será que as portas estão abertas, e se sentem motivados para assumir uma nova cara para a ADPB? São questões que o barqueiro deixa aos interessados no desporto de Ponte da Barca, em particular aos interessados no futebol. Haverá com certeza muita gente que gostaria de ver a passagem de uma imagem de "pobre clube que se arrasta" para um clube que coloca a "si mesmo novos desafios". Há que pensar se os barquenses querem um clube de "treinadores de bancada" ou um clube que empolgue aqueles que estão na bancada.

É por tudo isto que o barqueiro se questiona acerca do propósito de ter sido atribuído o troféu de "Destaque Concelhio" na Gala Desportiva "O Minhoto" à Associação Desportiva. Talvez por a gala ter sido realizada este ano na nossa vila, tenha ficado bem para a "fotografia" atribuir um prémio à ADPB. Se foi por isso, é muito mau, porque demonstra a todos os barquenses que a atribuição de prémios a uma instituição não se rege por critérios aparentemente racionais, ou seja, pelo mérito de fazer algo. Faça-se primeiro, para depois receberem-se os prémios!

 

 

 

A questão das infra estruturas é também relevante. Apesar de tudo, uma reestruturação de qualquer instituição ou associação tem que começar sempre por aqueles que fazem essa instituição ou associação, ou seja, as pessoas que a estruturam. As infra estuturas são um aspecto que nos leva outras áreas, nomeadamente a política. O projecto de um centro desportivo todos sabem que existem. Muitos dizem que está para chegar... o problema é que os anúncios já são mais que muitos... na melhor das hipótese era para ser iniciado em 2007... no último prognóstico era para iniciar no passado mês de Janeiro. E novamente novas questões se colocam: Será a construção de um Centro Desportivo uma realidade prioritária para um concelho tão carente como o de Ponte da Barca? E por outro lado, o atraso em termos de instalações relativamente a outras sedes de concelho não será tão grande, que justifique a sua construção? Valeria a pena ter grandes infra estruturas para um tão medíocre funcionamento de uma instituição desportiva de uma sede de concelho? E os terrenos das actuais instalações desportivas? Serão para ser ocupados com o betão anárquico típico da vila?


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talhado por o barqueiro às 22:58
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Domingo, 16 de Novembro de 2008
Políticos vão às aulas... mas não estudam!

Políticos barquenses vão às aulas... mas não estudam!

 

Ir às aulas, até vão, já que segundo a imprensa "não havia cadeiras vazias". Mas quando é o momento de aplicar os conhecimentos, aí o "tombo" é brutal! Como é?! Não se estuda! Ou onde é que estão com a cabeça quando estão nas aulas?

 

 

 

A última "aula" que tiveram, neste ciclo de "aulas" designadas oficialmente por "Quintas na Barca", foi sobre "PDM e o Ordenamento do Território". E pronto... se o barqueiro se ficasse só por esta frase já certamente se aperceberiam porque é que "vão às aulas" mas "chumbam" nos derradeiros "testes".

Coisas bonitas forma ditas nesta espécie de seminário sobre o ordenamento do território. Não menos bonitas e conhecidas foram algumas das caras que intervieram nesta sessão após as explicações dadas por Engenheiros e Arquitectos convidados para a dar. Falou-se de terrenos urbanizáveis, de reservas agrícolas, zonas industriais ou empresariais e até no Parque Natural. Mais "gozo" dá ainda ouvir nomes a se pronunciarem sobre o assunto como João Esteves, José Manuel Amorim, Vassalo Abreu e Cabral de Oliveira, entre outros. Todos estes dados estão lançados... e daria "pano para mangas". Contudo o barqueiro não gostaria de se pronunciar muito acerca de Ordenamento de Território, até porque depois dos discursos proferidos pelas personalidades presentes o barqueiro até se sente ignorante. Além disso não se atreve sequer a por anos de experiência em causa na área da construção e urbanismo de figuras como Cabral de Oliveira e João Esteves... certamente que não é uma noite inteira de "Quintas na Barca" que se relatariam todas as suas experiências nessa área. Vassalo Abreu, esse ainda há pouco começou a acumular esse tipo de experiência, mas também qual não é o político que num mandato adquire os conhecimentos base destas áreas. E José Manuel Amorim, que fazia esse senhor a discursar nesta noite? Ninguém sabe muito bem, mas que sabe do assunto, lá isso pareceu que sim...

E o pior de tudo isto. O pior é quando se chega aos "exames". É quando se tem que por os conhecimentos de PDM e Ordenamento do Território em prática que surgem as calinadas das maiores. Têm sido anos e anos de calinadas , apesar de ninguém falhar estas "aulas". Veja-se a última grande calinada dada pelos políticos da terra: ao por os conhecimentos de urbanismo em prática raciocinaram mal, talvez erro de cálculos, e em vez de sair um edifício de um novo lar como mandam as regras dadas nestas "aulas", saiu afinal um "poio", e dos grandes!

 

 

 

 


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Quarta-feira, 6 de Agosto de 2008
Política urbana e rodoviária

Política urbana e rodoviária

 

Nos últimos tempos tem-se assistido a uma grande preocupação dos políticos locais com o urbanismo da nossa bela vila. Claro que essa preocupação só é benéfica para Ponte da Barca. Mas o barqueiro acrescenta mais algumas farpas a esta “festa urbana” protagonizada pelos políticos locais. Onde estavam essas preocupações quando o último dos muitos escarros urbanos barquenses começou a ser construído? Sim, esse mesmo, o “poio”, aquele que está lá empoleirado no postal turístico da vila, acima da igreja e junto ao campo de futebol, bem lá no alto. Onde estavam os políticos do PS que agora andam a assinar protocolos de ordenamento de território com Arcos de Valdevez? Onde estava a oposição que agora, talvez depois do “poio” ser neste blog denunciado, se preocupa tanto com o enquadramento urbano e destino dos terrenos junto à entrada nascente em construção? Este blog sabe onde estes protagonistas estavam: a trabalhar e a desempenhar as suas funções governativas do concelho. Agora se essas funções estavam a ser bem desempenhadas, isso já é outra questão. Esta “cegueira” para casos como o “poio”, dever-se-á a incompetência pura e simples? Dever-se-á ao protagonismo e importância “lobielesca” dos senhores que constroem tais “poios”? São só questões em forma de hipóteses, que escapam ao comum dos barquenses, como é o caso do barqueiro, e que querem simplesmente o melhor, e não o pior, para a terra. Que fique apenas a nota de que um simples “poio” de animal doméstico na via pública é punível com multas de cerca de 500€ em alguns concelhos. E isto vindo de um simples canito ou gatinho. Vindo de alguém que ainda por cima é humano, e tem consciência de onde é que está a “defecar”, deveria ser muito mais penalizado, uma vez que nem sancionado é.

 

 

Mas nem tudo é mau. Nesta onda “urbanística” dos políticos, foi recentemente assinado o protocolo de Ordenamento do Território entre Ponte da Barca e Arcos de Valdevez. Independentemente de todos sabermos que Arcos de Valdevez vai bastante mais à frente em desenvolvimento, a construção integrada e conjunta de um centro urbano no Alto – Minho prova que os políticos destas terras têm alguma visão (aplica-se até a frase feita “só são burros quando querem”). Além disso as movimentações políticas recentes a nível rodoviário dentam também boa estratégia e visão, particularmente nas obras da entrada nascente, de acesso ao IC 28, e nos estudo que estão a decorrer para a melhoria das ligações via EN 101 a Braga e construção do IC 28 até Lindoso (já que o projecto do “gargalo” de Lindoso foi apenas virtual).

 

 


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talhado por o barqueiro às 00:20
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Domingo, 11 de Maio de 2008
Ponte da Barca vai frequentar “aulas de desenvolvimento”

Ponte da Barca vai frequentar “aulas de desenvolvimento”

 

 

Oficialmente ou teoricamente Ponte da Barca e Arcos de Valdevez “estreitam relações para potenciar desenvolvimento”. É isso que vem noticiado. Os municípios vão apresentar projectos conjuntos ao QREN. “Projectos de regeneração Urbana e um plano de urbanização estão em cima da mesa”. E Ponte da Barca sabe tratar do seu urbanismo? Projectos de regeneração Urbana? Não serão projectos de demolição seguidos de projectos de construção? É que se não é a única, há-de ser das poucas soluções para o urbanismo da vila. Estamos em 2008, e Ponte da Barca continua a crescer para dentro, ou seja, constrói dentro do seu perímetro urbano que quase não se alarga. Já Arcos de Valdevez cresce para fora, ou seja, alarga o seu perímetro urbano. E nos próximos anos isso será ainda mais evidente para os barquenses. Arcos de Valdevez crescerá ao longo, como já está a acontecer, da sua entrada sul, que está a ser requalificada de raiz. O Inter Marche, nova superfície comercial e mais umas quantas lojas anexas, já foram publicitadas na abertura como sendo para servir Arcos de Valdevez e Ponte da Barca. A sua localização diz isso mesmo. A este ritmo, a noção de que Arcos de Valdevez, e o seu perímetro urbano, está a crescer, e em direcção a Ponte da Barca, será cada vez mais evidente. Aliás, essa mesma campanha publicitária já chegou a muitos barquenses como sendo uma superfície superficial para os barquenses, mas no concelho de Arcos de Valdevez. O facto de que nenhuma superfície comercial “medra” ou “medrará” no nosso concelho é, assim, um dado adquirido para os seus habitantes. O que nos resta agora? Talvez Ponte da Barca ir “frequentar” umas aulas de desenvolvimento com Arcos de Valdevez, nestes projectos conjuntos. Talvez agradecer à falta de visão e capacidade demonstradas até agora pelos políticos que vão passando pelo poder? Talvez agradecer aos “lobbies”, esses “magnatas” da economia local, que foram apodrecendo de dentro para fora, tornado os nossos solos “inférteis” para investimentos exteriores, de maiores dimensões e de maior potencial de desenvolvimento? Talvez reste agora ir comprar alguma coisa para o jantar aos supermercados de Arcos de Valdevez.

 


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talhado por o barqueiro às 18:32
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Segunda-feira, 17 de Março de 2008
Ordem na “Capoeira”!

Ordem na “Capoeira”!


 

Nos últimos jornais tem sido muito falado o assunto da falta de ordem que tem havido na Assembleia Municipal, que se tem justificado a designação de “capoeira”. Parece ter havido interrupções durante os tempos de intervenção dos presentes, linguagem “acapoeirada”, “ruído de fundo” enquanto alguém falava, e inclusive risos. É algo que, levado a sério é muito grave. Quer dizer, os “risos” numa assembleia até se compreendem (seguem os exemplos da Assembleia da República), mas o resto parece de “putos” indisciplinados numa sala de aulas. E o “professor”, ou seja, o presidente da Assembleia Paulo Pimenta não tem tido “mão” neles. Enfim, são muitos e indisciplinados, e essas situações já partem da educação e sentido cívico que pouco existe. Chegámos até, ao ponto em que um dos elementos das bancadas presentes na assembleia, “El Mestre” João Esteves, vem insinuar que o presidente da assembleia não sabe agir enquanto tal, e que, passando-se a citar, “permitindo tudo a alguns”. É caso para dizer que o órgão Assembleia Municipal anda muito doente. Sendo o órgão em que primariamente, com o adequado funcionamento, se exerce a democracia e a pluralidade, é caso para lançar deste blog sem crédito um grito: Ordem na “capoeira”!!!

 



NOTA: Para se ter uma ideia do estado deste órgão, teve que ser o aviso de um blog sem crédito como este, de que um “Poio” estava a ser “cagado” na paisagística turística da vila para que o assunto fosse discutido pelos políticos, agora que o “O Poio” já lá está por cima da Igreja Matriz para quem observa a vila da outra margem do Lima.


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talhado por o barqueiro às 02:52
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Quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008
O poder do conhecimento

O poder do conhecimento


O sociólogo Pedro Costa vem mais uma vez, desta vez na edição de 26 de Janeiro do “Notícias da Barca”, quebrar uma paisagem de fraca qualidade de opiniões e conteúdos da grande fatia dos que escrevem para os jornais locais. Desta vez vem abordar o principal problema do atraso português de forma geral face ao mundo globalizado. E deixa a pergunta: “Atendendo ao facto de atravessarmos a “Era da globalização informatizada” e ao facto de competirmos num mercado global tão exigente, como é possível que os índices individuais de conhecimento e informação sejam ainda tão baixos nos portugueses?”. E o que é mais preocupante é que esse tipo de problemas afectam os portugueses desde a classe social mais baixa (se é que nos devíamos dividir em classes sociais) até às classes que ocupam posições de direcção, gestão e decisão.

Aplicando estas visões de um nível global à situação concelhia, os resultados e análises não são, como se pode prever, animadores. Em concreto analisa a situação do parque imóvel de Ponte da Barca em comparação com Arcos de Valdevez. Segundo a sua análise, Ponte da Barca tem privilegiado construções novas demasiado chegadas ao eixo urbano, feitas por construtores da terra, promovendo-se a prática de baixos preços. Arcos de Valdevez tem construído em circulo à volta do eixo urbano, alargando o perímetro habitável da vila, por construtores maioritariamente de fora ignorando os preços praticados. O resultado é que em Arcos de Valdevez o aumento de preços tornou o sector da construção apetecível, multiplicando-se os serviços ligados à construção, aumentando-se os empregos e atracção de investimento e negócio. A qualidade atraiu o preço alto e ao mesmo tempo os investidores.

E em Ponte da Barca? A potencialidade de expansão do perímetro urbano está muito limitada. “Enquanto isso, ao fechar a porta aos construtores de fora, fechou-se num círculo de construtores limitados nas redes relacionais, com pouca visão estratégica e pouco adeptos da qualidade de construção.” E assim está explicado mais um dos grandes problemas que sempre assombrou o concelho: o “lobbie” da construção civil. É um problema que ainda nenhum executivo conseguiu erradicar. É esse talvez o maior parasita da política. Em vez de se acabar com o cancro dos lobbies de construção, continua-se a ver políticos unicamente a “falar bonito” quando acerca desse assunto. Inclusive a oposição actual do executivo camarário demonstrou recentemente, pelo menos, incompetência no que toca ao assunto da construção. Ainda não tinham havido nenhuns “toques” a nível noticioso e público acerca do “poio” que está a ser construído numa zona alta da vila, e que certamente irá dar belos postais da vila barquense, com a ponte, o rio, a zona histórica, a igreja matriz e agora o “poio”. Nenhuns a não ser o “toque” do barqueiro, em “primeira mão”, como se poderia dizer, num blogue sem credibilidade e muito fraquinho, como diz o “gato” (em http://nadasobreabarca.blogs.sapo.pt/41759.html). Sem mais rodeios, foi recentemente a vereadora Olinda Barbosa, nos jornais, que veio tentar “ensinar” Vassalo Abreu a administrar, e que fala com uma bonita metáfora, do tal “poio” urbanístico e turístico. É triste, que após o primeiro “toque”, já tardio, no assunto por um blogue não credível preceda uma ainda mais tardia intervenção da oposição na opinião pública. E daqui fica a questão: já que os vereadores da oposição também fazem parte do executivo, onde estava a oposição quando se começou a construir o “poio”? Terão sequer alertado o partido no poder que permitiu que ele fosse “cagado”? Ou será que agora que ele já está quase acabado, é que começou a ser detectado pelos “narizes” dos barquenses?

 

     


 


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talhado por o barqueiro às 21:02
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